terça-feira, 27 de junho de 2017

ENERGIA ALTERNATIVA >> Eólicas passam a ser principal fonte de energia elétrica no Nordeste



Com 36,5% da composição da matriz elétrica regional, eólicas superam fontes térmica (34,1%) e hidráulica (29,5%)Os parques eólicos implantados em vários estados nordestinos estão se consolidando como a principal fonte para geração de energia elétrica na Região, aponta recente relatório do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), órgão de pesquisas do Banco do Nordeste. Considerados somente janeiro e fevereiro deste ano, a energia provinda desses parques já representa 36,5% da matriz elétrica regional, ante 34,1% oriundos de fonte térmica e 29,5% provenientes de fonte hidráulica.
O histórico levantado no relatório revela rápido crescimento a partir de 2014, quando essa fonte passou de 7,8% na geração de energia elétrica para 19,2% no ano seguinte. No final de 2016, a fonte eólica já representava 37,2%. Para efeito de comparação, em 2008, esse percentual beirava ínfimos 0,3%. O crescimento, segundo o Etene, deve se consolidar em parte devido ao esgotamento do potencial hidrelétrico economicamente viável na Região.
“A tendência é o incremento paulatino da participação da fonte eólica na matriz de geração de energia elétrica da Região nordestina, em razão desta ser, atualmente, a segunda alternativa mais competitiva, perdendo apenas para as grandes hidrelétricas”, ressalta o coordenador de estudos e pesquisas do Etene, Francisco Diniz Bezerra, doutor em Desenvolvimento e Meio Ambiente.
O Plano Decenal de Expansão de Energia 2024, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia, não prevê nenhum projeto de hidrelétrica para o Nordeste até 2024. Por outro lado, a Região deverá contar em breve com aporte de 3,3 gigawatts (GW) a partir de usinas de geração de energia de fonte eólica já em construção. Há ainda outros 4,1 GW de projetos já aprovados e com construção não iniciada, previstos para entrar em operação nos próximos anos.
Segundo o Etene, a previsão é que os projetos em andamento e previstos no Nordeste demandarão  recursos da ordem de R$ 35 bilhões, representando boas oportunidades para toda a cadeia produtiva. Somente para 2017, o Banco do Nordeste conta com R$ 11,4 bilhões aportados no FNE Infraestrutura, passíveis de aplicação em projetos ligados a esse setor.
As demandas por recursos devem aumentar ainda mais em um horizonte de futuro mais amplo, já que a expectativa é que, até 2024, 11,6% de toda a capacidade de geração de energia elétrica do Brasil provenha de fonte eólica. Segundo o Etene, graças ao elevado potencial eólico do Nordeste, essa mudança na matriz energética deve colaborar para a Região alcançar a autossuficiência na geração de energia elétrica.
O estudo encontra-se disponível na seção “Cadernos Setoriais”, no site do Banco do Nordeste na internet, no endereço https://www.bnb.gov.br/publicacoes-editadas-pelo-etene.
FNE Infraestrutura  – Contando com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o FNE Infraestrutura é uma linha de crédito que dispõe de R$ 11,4 bilhões para investir em obras estruturantes na Região. É voltada para investimentos privados, por meio do financiamento de empresas engajadas em parcerias público-privadas (PPPs) e concessões.

Sexta-feira (30/06) tem Greve Geral nacional contra as reformas previdenciária e trabalhista e em prol do Fora Temer e Diretas Já!

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Em Natal, acontecerá uma caminhada em direção a Praça de Mirassol. A concentração será a partir das 15h, em frente ao Midway. Participe! #SINTERN

PROCESSO SELETIVO >> IFRN divulga editais para cursos superiores de graduação via ENEM


IFRN divulga editais para cursos superiores de graduação via  ENEM

A Pró-Reitoria de Ensino do IFRN publicou ontem (26), dois editais com vagas para cursos de graduação via nota do Enem. Os editais 26/2017 e 37/2017, juntos estão ofertando 338 vagas para ingresso no segundo semestre letivo.
No edital 36/2017 estão sendo ofertadas 58 vagas, distribuídas entre 4 campi e 5 cursos. Os cursos são: Matemática, Física, Gestão Ambiental, Processos Químicos e Logística.  Já o edital Nº 37/2017 se trata de uma parceria do IFRN com a Universidade Aberta do Brasil (UAB). São 240 vagas, para o curso de Gestão Ambiental, no módulo de educação à distância (EAD), distribuídas para cinco polos presenciais.
As inscrições começam amanhã (27) às 14h e terminam no dia 10 de julho de 2017 às 18h. Os interessados devem se inscrever através do Portal do Candidato. O preenchimento das vagas será por meio de um processo classificatório, a partir das notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) nos anos 2014, 2015 e 2016. O candidato deverá informar no ato da inscrição a nota de qual ano deseja utilizar no processo seletivo.
Acesse:

MEIO AMBIENTE E SOCIEDADE >> Consumo consciente: Um grande desafio em um mundo capitalista

PARA AJUDAR O PLANETA:
Consumir de forma consciente é obter algo pensando nos impactos e benefícios que este consumo trará ao nosso planeta. Além de ser uma atitude de cidadania, contribuímos para a preservação de nosso meio ambiente. É possível começar ficando de olho em nossos recursos naturais, pois a população já consome 25% a mais do que a Terra é capaz de restituir.
Podemos iniciar desenvolvendo o conceito dos 4R’s do consumo responsável que consistem em: Reduzir, Reutilizar, Reaproveitar e Reciclar. Estas palavras convertidas em atitudes podem salvar o nosso planeta, consequentemente contribuindo para uma melhor qualidade de vida.
Ações simples como questionar se há necessidade daquela compra naquele momento, se informar sobre o destino dos produtos que você consome, dar prioridade para produtos de origens sustentáveis, embalagens que podem ser reutilizadas, e confeccionadas com material biodegradável, e preocupar-se com o descarte correto de pilhas e baterias é algo de grande importância, pois são materiais altamente poluentes. Atitudes simples podem te tornar um contribuinte para o futuro do planeta.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

ALERTA SOCIAL >> Drogas causam transtornos a 0,6% da população adulta global


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Cerca de 250 milhões de pessoas usavam drogas em 2015 no mundo. Desse total, cerca de 29,5 milhões - ou 0,6% da população adulta global - usavam drogas de forma problemática e apresentam transtornos relacionados ao consumo, incluindo a dependência.
Os opióides (ópio, morfina, heroína e derivados sintéticos) apresentam os maiores riscos de danos à saúde, representando 70% do impacto negativo associado ao consumo de drogas no mundo, segundo o Relatório Mundial sobre Drogas, lançado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).
Os transtornos relacionados ao consumo de anfetaminas também representam parcela considerável na carga global de doenças. Enquanto o mercado de novas substâncias psicoativas (NPS) ainda é relativamente pequeno, os usuários desconhecem seu conteúdo e a dosagem de substâncias psicoativas. Isso potencialmente os expõe a graves riscos adicionais de saúde, segundo o UNODC.
Segundo o documento, a hepatite C tem causado um prejuízo maior entre os 12 milhões de pessoas que injetam drogas em todo o mundo. Desse total, uma em cada oito (1,6 milhão) vive com HIV e mais da metade (6,1 milhões) vive com hepatite C, enquanto cerca de 1,3 milhão sofrem de hepatite C e HIV.
O diretor-executivo do UNODC, Yury Fedotov, destacou em comunicado que o documento final da sessão especial da Assembleia Geral da ONU de 2016 sobre o tema contém mais de 100 recomendações concretas para reduzir a demanda e a oferta de drogas, reconhecendo ser necessário ir além.
“Ainda há muito trabalho a ser feito para enfrentar os diversos danos causados pelas drogas à saúde, ao desenvolvimento, à paz e à segurança em todas as partes do mundo”, disse Fedotov.

Mudanças no tráfico de drogas


COMARCA DE LAJES EMITE NOTA EXPLICATIVA A POPULAÇÃO >> Adiamento de julgamentos que estavam previstos para esta semana

Resultado de imagem para comarca de lajes/rnOs julgamentos de homicídios previstos para ocorrer entre segunda e quarta desta semana foram adiados. 
Os júris deveriam acontecer na Câmara Municipal de Vereadores, estando o primeiro previsto para amanhã, as 09h.
Os jurados aguardem que serão intimados das novas datas.
A Juíza Gabriela Marques encontra-se doente, de atestado, e o Tribunal não encontrou um Juiz para substituí-la a tempo.
Transmitam ao grupos, a fim de avisar a todos os jurados convidados para esses dias.

O GOVERNO TEMER E O DESRESPEITO AMBIENTAL >> O Congresso e o governo golpista a serviço do agronegócio

Por Jaime Gesisky e Clarissa Presotti


Ao vetar as Medidas Provisórias 756 e 758 aprovadas pelo Congresso Nacional em maio deste ano e que retiravam a proteção de 600 mil hectares de florestas protegidas no sudoeste do Pará, o presidente Michel Temer deu sinais de que ouviu o apelo feito por ONGs, cientistas e celebridades nos últimos meses.

Uma campanha internacional contra as MPs liderada pelo WWF e sua rede obteve 20 mil assinaturas e a adesão de celebridades como a modelo Gisele Bündchen e ator Leonardo Di Caprio.   

De fato, os vetos foram uma vitória, pois áreas importantes para a conservação na Amazônia e na Mata Atlântica continuam legalmente protegidas. 

No entanto, no mesmo movimento do veto, o governo anunciou -  por meio de um vídeo do ministro José Sarney Filho - que pretende enviar ao Congresso Nacional um Projeto de Lei em regime de “urgência” com praticamente o mesmo teor da MP 756, que transforma 480 mil hectares da Flona de Jamanxim em Área de Proteção Ambiental (APA).

Na prática, isso significa transferir para o Congresso o ônus de legislar sobre a polêmica redução de florestas protegidas na Amazônia.

A Noruega é um dos países que mais investem recursos na conservação da Amazônia. Somente no Fundo Amazônia, desde 2009, o país aportou R$ 2,8 bilhões à iniciativa. O veto às MPs evitará maiores constrangimentos a Temer.

Enquanto isso, formula-se no governo o texto do novo projeto de lei, que traz preocupações por se tratar de um esforço de parlamentares da região Norte ligados aos setores do agronegócio e da mineração e do interesse de contumazes grileiros.

Esses setores querem reduzir a proteção da Floresta Nacional do Jamanxim para ocupar a área "com segurança jurídica". A maior parte dessas ocupações, porém, é ilegal, e ocorreu depois a de 2006, quando foi criada a Flona.

Em nota divulgada hoje, um grupo de ONGs, incluindo o WWF-Brasil, afirma que “o veto à MP 756 não garante a proteção à floresta, pois transfere do presidente para o Congresso, dominado por parlamentares sem compromisso com a conservação ambiental, a responsabilidade de desproteger essa parcela significativa da floresta amazônica”.

Segundo as ONGs, a manobra do governo traz de volta a ameaça inicial, com o objetivo de recuperar todo o texto que foi vetado, e a possibilidade de um estrago ainda maior.


EDUCAÇÃO >> O PNE e as conquista educacionais

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O Plano Nacional de Educação - PNE completou 
3 anos de vigência! 

Com vigência até 2024, ainda há muito a avançar: apenas 6 dos 30 dispositivos com prazos até este ano foram cumpridos, de acordo com o Observatório do PNE (http://bit.ly/pne3balan). 

Porém, ele é fundamental para o avanço da Educação brasileira e precisamos de um plano estratégico para o seu cumprimento, de forma que possamos ter motivos para celebrar nos próximos anos!

sábado, 24 de junho de 2017

A LÓGICA DO AGRONEGÓCIO...

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ATENÇÃO >> Receita alerta para golpe da regularização de dados cadastrais



A Receita Federal alerta para golpe que está sendo realizado pelos Correios, e não por e-mail, como tem sido mais comum. O contribuinte recebe, por correspondência, em sua residência, uma intimação para regularização de dados cadastrais. Nesta correspondência, há um endereço eletrônico para acesso e atualização de dados bancários. O endereço informado não tem nenhuma relação com o site da Receita (veja modelo). 
 
Apesar de conter o logotipo e o nome da Receita Federal, a carta é uma tentativa de golpe e não é enviada pelo Órgão nem tem sua aprovação. A orientação ao contribuinte é que, caso receba esse tipo de correspondência, destrua a carta e jamais acesse o endereço eletrônico indicado. 
 
A Receita Federal adverte que, para fins de consulta, download de programas ou alterações de informações junto ao Fisco federal, não devem ser acessados endereços eletrônicos que não o oficial do Órgão: idg.receita.fazenda.gov.br. Caso o faça, o contribuinte estará sujeito a vírus e malwares, que podem roubar seus dados pessoais, bancários e fiscais. 
 
No que se refere a dados bancários de pessoas físicas, o contribuinte só os informa à Receita Federal, a seu critério, para fins de débito automático ou depósito de restituição do Imposto de Renda. Em ambos os casos, a informação é fornecida na Declaração do Imposto de Renda e pode ser alterada por meio do Extrato da Dirpf no Centro Virtual de Atendimento da Receita Federal (e-CAC). 
 
Caso o contribuinte não consiga utilizar os serviços virtuais, ele deve procurar um Centro de Atendimento ao Contribuinte nas Unidades da Receita Federal (http://idg.receita.fazenda.gov.br/contato). Nenhum outro site ou endereço na Internet está habilitado a fazer procedimentos em nome da Receita Federal. 

EVENTO EDUCACIONAL >> Educação e conscientização em debate!

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O AGRO E SEUS RESULTADOS >> Noruega corta grana para a Amazônia. Mas o que importa é que o “Agro é Pop”

A Noruega anunciou que vai cortar pela metade os repasses do país ao Fundo Amazônia, utilizado na proteção do bioma, na regularização fundiária e na gestão de territórios indígenas. O corte é uma forma de punição pelo aumento no desmatamento que vem ocorrendo nos últimos dois anos. De 2009 a 2016, o país nórdico aportou R$ 2,8 bilhões no fundo, mas promete aumentar a contribuição se os números voltarem a cair.
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O anúncio foi feito por Vidar Helgesen, ministro do Meio Ambiente norueguês, ao lado de seu colega brasileiro, Sarney Filho. Questionado por jornalistas se ele poderia garantir que o desmatamento diminuiria, o filho de Sarney afirmou que ''só Deus pode garantir isso''. Mas que tinha expectativa e esperança de que diminuísse. A Noruega também demonstrou preocupação com relação às mudanças na legislação que vêm sendo empurradas pela bancada ruralista no Congresso Nacional.
Sem entrar no mérito da decisão do financiador (e se a causa do corte é realmente ambiental ou de contenção de despesas), vale reconhecer que as coisas não vão bem por aqui. E antes que comecem a xingar apenas o governo Temer, é importante que se diga que, em se tratando da questão ambiental, fundiária e da qualidade de vida dos povos e trabalhadores do campo, o governo Dilma foi uma tragédia. E falo com a experiência de quem acompanhou de perto a construção de usinas hidrelétricas, como a de Belo Monte e atuou como relator para o hoje Conselho Nacional dos Direitos Humanos sobre violência agrária na região. Menina dos olhos da ex-presidente, Belo Monte fomentou de desmatamento ilegal a trabalho escravo, passando por danos incalculáveis a comunidades indígenas e ribeirinhas, além de levar o caos a Altamira. E, como cereja do bolo, é citada como peça de corrupção no escândalo da Operação Lava Jato.
Quem se posicionou contra sua construção, anos atrás, foi processado, ridicularizado, humilhado e até acusado de não ser patriota e nacionalista. Hoje, um ''eu te disse'' não parece o suficiente.
Agora na gestão Temer, o país vive uma escalada sem precedentes de chacinas, massacres e emboscadas de trabalhadores rurais e indígenas. Por quê? Porque fazendeiros, madeireiros, grileiros e afins sentem-se à vontade para fazer o que quiserem com a certeza de que nada ou muito pouco será feito contra eles. A última grande tragédia foi o assassinato de dez trabalhadores rurais pelas mãos da polícia em Pau d’Arco, no Pará.
Temer chegou a entregar o Ministério da Justiça, que controla a Funai, à bancada ruralista na figura de Osmar Serraglio. Quando um grupo de indígenas gamelas foi atacado, em Viana, no Maranhão, e um deles teve a mão quase decepada por um facão, o ministério soltou uma nota em que chegava a questionar se eles eram mesmo indígenas.
Diante de acusações de aumento no desmatamento da Amazônia, muitos representantes de grandes agricultores e pecuaristas fazem chantagem, insinuando que o país tem que escolher entre seguir as regras ambientais (e passar fome) ou desmatar (e garantir soberania alimentar). Forma de maniqueísmo infantil, mas que serve bem à retórica tosca de parte dos empresários que lucra fácil com a expansão agropecuária.
Esse pessoal faz a parte dos empresários do campo que segue as regras sociais, trabalhistas e ambientais passar vergonha internacional.
É possível crescer economicamente, mas com responsabilidade. Respeitando o zoneamento econômico, que diz o que pode e o que não pode se produzido em uma área; realizando uma regularização fundiária geral e confiscando terras roubadas do Estado; executando uma reforma agrária com a garantia de que os recursos emprestados pelos governos às pequenas propriedades – responsáveis por garantir o alimento na mesa dos brasileiros – sejam, pelo menos, da mesma monta que os das grandes; preservando os direitos das populações tradicionais, cujas áreas possuem as mais altas taxas de conservação do país; mantendo o exército na caserna e longe da política fundiária e indígena. Enfim, mudando o modelo de desenvolvimento, o que inclui alterar o padrão de consumo, uma vez que nós do Sul Maravilha devoramos a Amazônia, o Cerrado, o Pantanal, a Mata Atlântica, arrotando alegria.
O problema é que, depois de tudo isso, ainda somos obrigados a ver, em forma de publicidade veiculada em intervalos de telejornais, que o ''Agro é Pop''.
Errado. Por aqui, desmatamento é pop. Trabalho escravo é pop. Expulsão de indígenas é Pop. Chacina de trabalhadores rurais é pop. Ameaça a ribeirinhos é Pop. Contaminação ambiental é Pop. Grilagem de terras é Pop.
Pop, aliás, são também propagandas na TV que criticam os quem apontam os problemas de parte do agronegócio, produzidas lindamente por indústrias de automóveis para vender caminhonete.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

DESCARTE CORRETO DE VIDROS, LÂMPADAS E MATERIAIS CORTANTES >> Uma dica simples que tem um resultado bastante positivo!

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TRADIÇÃO JUNINA >> Hoje é dia de São João!

Seguindo a tradição junina, hoje 23 de junho e aproveitamos aqui para mostrar a força da tradição junina de sempre termos comida de milho nesse dia e que mesmo com a insuficiência de chuvas em nossa região, tem chegado diariamente em nossa cidade uma boa quantidade de milho verde proveniente de outras cidades e que são comercializados no Centro Comercial.

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Foto de Wilson Alves (Cravina) 

VIOLÊNCIA NO TRANSITO >> Rio Grande do Norte perdeu R$ 1,68 bilhões com violência no trânsito em 2016


Resultado de imagem para Rio Grande do Norte perdeu R$ 1,68 bilhões com violência no trânsito em 2016A violência no trânsito potiguar provocou um impacto econômico de R$ 1,68 bilhões no ano passado, ou 3,02% do Produto Interno Bruto (PIB). Essa é a perda da capacidade produtiva causada por acidentes que mataram 571 pessoas e deixaram outras 729 com invalidez permanente. O valor corresponde ao que seria gerado pelo trabalho das vítimas caso não tivessem se acidentado. O cálculo é do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES), da Escola Nacional de Seguros.
Entre 2015 e 2016, houve redução de 34,59% na perda do PIB do estado. No ano anterior, a capital federal o valor da perda no PIB foi de R$  2,56  bilhões. Mesmo assim, o estado tem a terceira maior perda percentual do Nordeste e média acima da regional que é de 2,77%.
O fator que mede a perda da capacidade produtiva é chamado de Valor Estatístico da Vida (VEV), ou seja, o quanto cada brasileiro deixa de produzir anualmente em caso de morte ou invalidez.
Segundo o diretor do CPES, Claudio Contador, a redução do número de vítimas de acidentes graves está ligada a dois fatores básicos: o aumento da fiscalização (Lei Seca) em alguns estados e a crise econômica, que reduziu as vendas de automóveis e tirou muitos veículos de circulação no país.
“A violência no trânsito caiu de forma considerável, o que é um fato alentador. Ainda assim, o número de vítimas remete a um quadro de guerra. E a grande maioria concentra-se na faixa etária de 18 a 64 anos. Ou seja, pertence a um grupo em plena produção de riquezas para a sociedade”, analisa Claudio Contador.
No Brasil

AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS >> Engenheiro potiguar deve assumir a Agência Nacional de Águas


Engenheiro Ricardo Medeiros teve nome aprovado na Comissão de Meio Ambiente do Senado
Um engenheiro civil graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) deverá assumir a direção da Agência Nacional de Águas (ANA). O nome de Ricardo Medeiros de Andrade foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente (CMA), do Senado Federal que decidirá o assunto em plenário.
A comissão realizou sabatina com o novo diretor nesta quarta-feira (21). Após esta etapa, a matéria segue para análise do plenário do Senado em data a ser definida. Ricardo Medeiros respondeu a perguntas dos senadores sobre o acesso universal de água de boa qualidade para todos os brasileiros, sobre o papel da ANA diante das crises hídricas pelas quais tem passado o Brasil e ante o contexto de mudanças climáticas e sobre a diplomacia relacionada ao compartilhamento de recursos hídricos entre os países.
O sabatinado fez um balanço da experiência na ANA, onde trabalha desde 2007. “Deixo registrado meu orgulho pessoal de fazer parte da atual configuração da ANA e das inúmeras iniciativas que vêm sendo desencadeadas pelo seu corpo de dirigentes e de técnicos”, destacou. Na visão de Ricardo Medeiros, o protagonismo do Brasil na gestão de recursos hídricos culminou na oportunidade que o País terá para organizar o 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília, entre 18 e 23 de março de 2018, pela primeira vez no Hemisfério Sul. Para ele, que é diretor executivo do 8º Fórum, o maior evento do mundo sobre água é uma oportunidade para compartilhar experiências na gestão de recursos hídricos.
“Eventos como as edições do Fórum Mundial da Água são fundamentais para conhecermos e discutirmos quais tendências de abordagem sobre a temática da água vêm sendo adotadas em diferentes partes do mundo e quais poderão servir de exemplo e inspiração para os problemas que enfrentamos”, apontou.
Perfil
Engenheiro civil graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Ricardo Medeiros atua na ANA desde 2007. Na Agência, já atuou como assessor do então diretor Benedito Braga e como coordenador de iniciativas como o Programa Nacional de Desenvolvimento dos Recursos Hídricos, o Programa de Desenvolvimento do Setor Água e o GEF Amazonas.
Em 2009, foi indicado para comandar a Superintendência de Implementação de Programas e Projetos (SIP) e, em 2016, recebeu a indicação para exercer a função de diretor executivo do 8º Fórum Mundial da Água, atribuições que exerce simultaneamente. Na SIP, coordenou a manutenção e a execução de iniciativas como o Programa Produtor de Água, criado pela ANA em 2001 e atualmente com mais de 40 projetos implementados no Brasil.
Fonte: Portal Brasil, com informações da ANA

quinta-feira, 22 de junho de 2017

CIÊNCIA E TECNOLOGIA >> O RN é o estado que menos investe em Ciência e Tecnologia.

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O alerta é do deputado Fernando Mineiro, presidente da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, que vai promover audiência pública, nesta quinta (22), sobre orçamento público e política estadual para o setor. 

“Nós temos um quadro de doutores nas universidades públicas com trabalhos importantes, mas que não têm apoio do governo estadual”, criticou. [+] http://bit.ly/2rNLj56

A atividade é aberta ao público e tem início às 15h. Participe!

Por mais incrível que nos pareça, o "FICA TEMER" existe!


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Ele está no silêncio de todos aqueles que diziam que estavam nas ruas lutando contra corrupção. 

Está no silêncio das panelas que batiam freneticamente das varandas dos apartamentos. 
Está na ausência de postagens constantes com críticas ferrenhas a presidente deposta. 
Está nas selfies onde não se usa mais a camisa da CBF, onde não aparece o pato amarelo, onde não se encontra aquele sorriso de quem estava "lutando por um Brasil melhor"

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O "FICA TEMER" está em todos os lugares onde afirmavam que aquelas lindas e gigantescas mobilizações estavam sendo feitas para melhorar o nosso país. O "FICA TEMER" está mais forte do que nunca.
Então... FICA TEMER e representa toda essa gente que lhe fez presidente! Você era pra ser apenas um vicezinho...
Isso quer Dizer que, a máscara caiu.
Texto  de Tico Santa Cruz

HOJE NA CASA DE CULTURA POPULAR DE LAJES >> Vamos prestigiar mais essa produção artística de nossos talentos locais

VOCÊ TRABALHADOR, ESTÁ DE QUE LADO >> A importância dos sindicatos

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O projeto de lei aprovado na Câmara dos Deputados promove uma devastação dos direitos trabalhistas, individuais e coletivos. Em apenas duas semanas, os deputados rasgaram o projeto encaminhado pelo poder Executivo e fizeram uma radical mudança no sistema de relações de trabalho, sem qualquer discussão com a sociedade. Alteraram, com a proposta, os instrumentos e regras que regem as relações sociais de produção e a distribuição econômica, construídos em um século de luta social e política.
As mudanças propostas atingem o papel dos sindicatos e a relação deles com os trabalhadores, o processo negocial, os limites do negociado e a relação com a legislação, o conteúdo dos direitos, o papel da justiça. O objetivo é dar ampla proteção às empresas, eliminando obstáculos, como o direito definido em Lei, o sindicato e a Justiça do Trabalho.
O movimento sindical já chegou a debater com empresários e governos mudanças nas relações de trabalho no Brasil, tema pouco tratado no Congresso Nacional. Nas discussões, ficou claro que é fundamental avançar em regras que ampliem a representatividade das entidades sindicais, aumentem a participação direta dos trabalhadores desde o local de trabalho, fortaleçam e ampliem o papel das negociações e dos acordos coletivos (local, setorial, nacional), deem maior celeridade, agilidade e segurança às soluções dos conflitos, entre outros aspectos. Diversas propostas debatidas poderiam compor um verdadeiro projeto de modernização.
A propositura que passou na Câmara, no entanto, visa criar condições institucionais para a redução estrutural do custo do trabalho. Com esse objetivo, quebra os sindicatos, instrumento essencial para a construção dos direitos trabalhistas, proteção dos trabalhadores e promoção de reequilíbrio na correlação de forças entre capital e trabalho. Inúmeros estudos mostram o papel essencial que os sindicatos tiveram na construção das sociedades modernas, colaborando imensamente para torná-las menos desiguais, com mais direitos sociais e coletivos etc. Há também muitos trabalhos que mostram a rigidez (leia-se proteção) que os sindicatos impõem à queda da taxa de salários.
No Brasil, há atualmente 11.700 sindicatos de trabalhadores, dos quais 8.800 representam os trabalhadores urbanos e 2.900, os rurais. Cerca de 33% estão na região Sudeste, 27% no Nordeste, 23% no Sul, 10% no Centro-Oeste e 7% no Norte. Essas organizações representam cerca de 50 milhões de trabalhadores. Se incluídas a representação patronal e as entidades da estrutura vertical, são cerca de 17 mil entidades, que ocupam aproximadamente 120 mil pessoas. Esses e outros dados fazem parte da Nota Técnica 177, publicada pelo DIEESE, A importância da organização sindical dos trabalhadores (disponível em www.dieese.org.br). O estudo mapeia o conteúdo de mais de 56 mil convenções coletivas e 308 mil acordos coletivos de trabalho celebrados entre 2007 e 2017 e mostra que 93% dos instrumentos tratam de questões salariais, como gratificações, adicionais, auxílios; 89% abordam o contrato coletivo de trabalho (admissão e demissão); 87% referem-se às condições de trabalho, normas de pessoal e estabilidade; 89% regulam a jornada de trabalho (duração, distribuição, controle e faltas); 70% tratam das férias e licenças; 85% regulam questões de saúde e segurança; 92% regulam as relações sindicais, além de definirem regras paras as negociações, solução de conflito, entre outros.
A história mostra o papel e a importância dos sindicatos. A relevância reconhecida dessas entidades fez da organização sindical um direito humano fundamental, normatizado em várias convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Com o projeto aprovado na Câmara, o Brasil se desconecta e se distancia do processo civilizatório e faz um caminho regressivo rumo aos tempos de escravidão.
Por Clemente Ganz Lúcio é  Sociólogo, diretor técnico do DIEESE, membro do CDES – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e do Grupo Reindustrialização