segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Reconhecimento pelo grande trabalho >> Vereadores do PSB afirmam votar em Fátima, do PT, para o Senado Federal

Afirmação é confirmada por edis de outros partidos como o PV, PSD, PR, DEM, PMN e outras entidades da cidade de Nova Cruz.

“Vou votar contra o meu partido porque sei que, para o meu Estado, Fátima é o melhor nome”, declarou o vereador de Nova Cruz, Beto Martins, ainda no comitê de campanha da deputada e candidata ao Senado pelo PT.

O correligionário Valdo Salú pensa igual. “A luta dela é constante. Largou uma candidatura de deputada federal certa para uma briga grande, que ela entrou para trabalhar”, disse, lembrando o esforço que a candidata sempre fez para melhorar a educação do País.

Também se juntaram ao grupo os vereadores Edson Costa (PSB), João Pedro da Costa (PV), Fernando Bezerra (PSD) e Antônio Gomes (PR); os ex-vereadores Manga Rosa (DEM) e Nia Salú (PMN); além da Juventude Nação Nova Cruz e do presidente do PR de Montanhas, Lenilson Costa.

Saúde >> Redução de sal nos alimentos não deverá afetar setor salineiro da região

Ministério da Saúde pretende reduzir 28 mil toneladas de sódio nos alimentos industrializados até 2020Ministério da Saúde pretende reduzir 28 mil toneladas de sódio nos alimentos industrializados até 2020O Ministério da Saúde (MS) pretende reduzir 28 mil toneladas de sódio nos alimentos industrializados no país até o ano de 2020. O sal é, atualmente, visto como um verdadeiro vilão à saúde e, à primeira vista, a medida poderia trazer impactos negativos à industria salineira.

Entretanto, representantes do setor no Rio Grande do Norte, responsável por 94,01% de toda a produção de sal no Brasil, afirmam que tem participado da campanha pela saúde e que a produção não deverá sofrer abalos.

"Somos parceiros do Ministério da Saúde, temos conversado bastante e tentado fazer parte do processo de mudança. Estamos reduzindo a quantidade de sódio do sal, que é o elemento apontado como mais nocivo se consumido em excesso, e temos estudando a fortificação do sal a partir da adição de flúor e Vitamina A", conta o presidente do Sindicato das Indústrias de Moagem e Refino de Sal do Rio Grande do Norte (Simorsal), Renato Fernandes.

O sal utilizado na indústria alimentícia é comprado diretamente das salinas. De acordo com o presidente, das 5,4 mil toneladas de sal produzidas no Estado no ano passado, 600 mil toneladas, o que representa 11% do total, foram destinadas à indústria de alimentos. Já o sal direto para consumo, tido como "sal de cozinha", foi responsável pela demanda de 500 mil toneladas.

Mesmo diante de certa aversão ao sal, ele é indispensável ao organismo, pois é a principal fonte de sódio da dieta humana. O sódio ajuda a prevenir o surgimento de doenças como bócio, cretinismo, surdez, retardo mental e até abortos. Contudo, se consumido em excesso pode trazer malefícios ao sistema cardiovascular, pois aumenta a pressão arterial e a retenção de líquidos no corpo.

A medida de redução do sódio segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e é fruto de acordo entre o MS e a Associação das Indústrias da Alimentação (Abia). Ao todo, foram firmados quatro acordos de cooperação para a redução de sódio em 16 categorias de alimentos, que representam 90% dos itens industrializados no país. Com os acordos, o ministro da Saúde, Artur Chioro, disse que espera reduzir as mortes por acidente vascular cerebral em 15% e os óbitos por infarto em 10%.

Entre os anos de 2011 e 2012, foi reduzido quase 11% o sódio presente na bisnaguinha e no pão de fôrma, e de mais de 15% no macarrão instantâneo. Até o final deste ano, a redução deverá crescer para 1,8 mil toneladas.

Sindicato reforça múltiplas utilidades do sal
Segundo o presidente do Simorsal, Renato Fernandes, o setor salineiro também não deverá sofrer impactos negativos devido à redução de sódio nos alimentos devido ao seu amplo uso nos mais diversos setores industriais. Ele disse que as múltiplas utilidades do sal não permitem que o produto passe por "baixa" nas vendas.

"O sal produzido no RN é um dos mais puros do mundo, com 99,88% de pureza. Muitas pessoas não sabem, mas o sal é usado em mais de 14 mil processos industriais, dos produtos cosméticos e tecidos até borrachas de pneus e produtos para conter vazamentos de petróleo. O sal está presente em praticamente 80% do que nos rodeia", disse.

Um dos principais produtos de exportação do Estado e produzido no RN desde o ano de 1605, o sal é responsável direto pelo sustento de milhares de famílias potiguares. Contudo, Renato Fernandes conta que o produto não tem recebido o valor equivalente à sua importância.

"O que me entristece é ver que o sal é um produto tão importante e, mesmo assim, nós não temos um curso de engenharia voltado para o ramo em Mossoró, cidade que mais produz no país. Quando queremos melhorar alguma tecnologia ou qualidade, o próprio setor tem que produzi-la, sem apoio do meio acadêmico-científico", disse.

RETROCESSO EDUCACIONAL >> GURU DE MARINA DEFENDE ENSINO PAGO NAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS

ImageProxyEm palestra em Campinas, no evento “A economia Brasileira: Desafios ao seu crescimento”, Eduardo Giannetti, um dos gurus de Marina Silva para a economia, defende o ensino pago nas universidade públicas, pelo menos para os estudantes que podem pagar e, segundo ele, os que fizeram nível médio em escola particular, podem pagar ensino universitário. Diante disso, fiz uma pesquisa para saber quem seria atingido com esta medida e achei um artigo que me responde a dúvida, este artigo de Wladimir Saflate, embora não seja uma resposta à Giannetti, é interessante. Como exemplo, ele diz que uma familia que ganha 10 mil reais por mês teria que escolher, dentre os filhos, um deles para ingressar na universidade, como ocorre no Chile.

Na esteira das discussões a respeito da pertinência de se cobrar mensalidades na Universidade de São Paulo, mais debates apareceram a respeito de nossas universidades públicas em outras partes do Brasil. Alguns deles se colocaram sob o signo de clamores de “justiça social”, tentando passar a ideia de que nossas universidades públicas seriam espaços de espoliação do dinheiro do Estado pela elite.

Contra essa pretensa espoliação, não se apresentam novas formas de financiamento para assegurar a gratuidade e o maior número de vagas. Ao contrário, com esses amálgamas, só mesmo possíveis no mundo invertido do liberalismo brasileiro, procura-se passar a ideia inacreditável de que universidades pagas seriam socialmente mais justas. Essa ideia, no entanto, não tem sustentação alguma.
 
Segundo esta mesma Folha informou, algo em torno de 60% dos estudantes da Universidade de São Paulo vêm de famílias que ganham até dez salários mínimos (ou seja, até R$ 7.240). Digamos que essa “elite” devesse pagar mensalidades de R$ 2.000 por aluno matriculado na universidade. Para alguns, “justiça social” significa tal família ser obrigada a pagar quase 30% de seus salários para que seus filhos estudem em uma universidade pública.
 
Imagine se essa família, ou mesmo uma família que ganhe R$ 10 mil, tiver dois filhos estudando em universidades. Como no Chile de hoje, ela deverá escolher um dos filhos para seguir na vida acadêmica. Um belo exemplo de justiça.
 
Neste ano de eleição, colocar tal tema em pauta mostra a inanidade de nosso debate político atual. Ela mostra também o quanto a classe rica deste país está disposta a fazer para defender seus rendimentos. Deveríamos estar debatendo formas de taxar os realmente ricos para financiar melhor as nossas universidades públicas. Países como o Uruguai, que conseguiram conservar sua educação pública, têm impostos exclusivos para a educação.
 
No entanto, estamos a debater como espoliar a classe média para evitar usar a capacidade de contribuição dos muito ricos para financiar nossos serviços públicos.
 
Uma universidade como a USP representa 25% de todas as pesquisas feitas neste país, mesmo sendo administrada de maneira, no mínimo, temerária, como mostraram os resultados da nossa última reitoria. Muitos gostariam de impedir o Estado de financiar tais pesquisas submetendo-as aos interesses imediatos do mercado, transformando-nos em pesquisadores pagos por indústrias farmacêuticas, multinacionais, empreiteiras, bancos e outros amantes do saber desinteressado.

Fonte: Site CARTA MAIOR

Comportamento feminino >> Blogueiras incentivam mulheres a assumirem cachos nos cabelos

Mariana Gandarela e Jéssica Resende visam quebrar a "ditadura da chapinha"Mariana Gandarela e Jéssica Resende visam quebrar a "ditadura da chapinha"Na sociedade em geral, um cabelo bem arrumado, bem tratado, sempre é visto como um importante símbolo de beleza e vaidade. Homens e mulheres investem pesado em salões de beleza e com produtos que melhorem o trato das madeixas.

Os diferentes tipos de cabelos e o visual que eles proporcionam aos seus donos até hoje são alvo de algumas polêmicas, e até mesmo de preconceito. A chamada "ditadura da chapinha", que se destaca por ser um padrão de beleza onde o cabelo liso é tido como superior, ainda é um mantenedor de muitas destas inconveniências para quem não pretende negar seu cabelo natural, ou se render à ditadura.

Diante desta realidade, Mariana Gandarela e Jéssica Resende, duas blogueiras mossoroenses, resolveram falar sobre o assunto através de uma página na internet, o blog "Encaracoladas com amor", e mostrar para homens e mulheres que suas madeixas encaracoladas precisam ser respeitadas. As duas fizeram do cabelo um importante estandarte para a luta contra o preconceito e a padronização da beleza.

"A ideia do blog é ajudar, ser um start, para as pessoas que querem usar o cabelo cacheado, mas se sentem coibidas a não fazer isso. Por mais que muitas vezes isso não seja claro, há um preconceito por quem usa seus cachos naturalmente, tem-se o pensamento de que é desleixo, falta de cuidado ou higiene, o que é um absurdo", comenta Mariana Gandarela.

Elas explicam que semanalmente escrevem na rede sobre formas de cuidar e tratar as madeixas, mas sem esquecer da principal proposta do blog, que é incentivar as pessoas a não seguir um padrão de beleza datado e imposto pela sociedade. "Já estamos inclusive com um canal de vídeos na internet, que divulga conselhos e bate-papos com as pessoas sobre seu estilo de cabelo, e as dificuldades vivenciadas todos os dias", explicam elas.

As blogueiras comentam que o visual “black” e os cachos em si têm ganhado cada vez mais espaço entre os jovens, mas que ainda assim é visto como algo marginal ou desleixado. "Lutamos contra um padrão de beleza imposto pela mídia, que é europeu e que faz com que milhares de pessoas vivam em salões lutando para esconder o que é natural nelas", concluem as blogueiras.

Blogueiras comentam diversos casos de preconceito contra cabelos cacheados
A estudante universitária Rafaella Caldas, dona de volumosas e cacheadas madeixas, comenta que não tem vergonha nenhuma de esconder seu estilo e seus cabelos naturais. Ela conta que por várias vezes já foi abordada por pessoas próximas, que questionavam o porquê de manter os cabelos em estado natural.

As pessoas já me procuraram para me avisar que um cabelo daquele não é 'adequado' para eu estagiar, por exemplo. Isso reflete um caráter muito grande de opressão e preconceito para com quem tem um cabelo que foge das expectativas que a sociedade tem", comenta a estudante, que resolveu assumir os cachos mesmo com os comentários e olhares de desaprovação de muitas pessoas.

Para Jéssica Resende, o preconceito com seu cabelo foi para além de piadas e chacotas entre colegas, o que lhe deu ainda mais fôlego para atuar em seu blog. Ela diz que já foi vítima de comparações racistas por ser uma mulher de pele branca e cabelo cacheado.

"Já chegaram a me perguntar: - "Como assim. Você é branca e tem cabelo de preto? " - "o que mostra o total caráter racista destas afirmações. Vivemos em um país miscigenado, onde as misturas raciais permitiram que tivéssemos os mais diversos estereótipos. 50% das mulheres no Brasil têm cabelos cacheados, e isso prova como o preconceito é sem sentido", desabafa Jéssica.

Mariana Gandarela é enfática e afirma: "Nosso tipo de cabelo é diferente, ele tem toda uma estrutura própria, tem frizz mesmo, tem fios mais grossos sim, e isso não é vergonha ou demérito. Queremos que as pessoas se aceitem como são e não deem espaço para a ‘ditadura da chapinha’, da escova, os dos tratamentos químicos. Que as pessoas se aceitem como são naturalmente".

domingo, 31 de agosto de 2014

Dilma e Fátima lideram no RN, diz Seta >> Presidente Dilma tem larga margem de vantagem em pesquisa de Seta/Nominuto em todo o RN

  

Presidente tem 48,7% das intenções de voto, e Marina aparece com 21,7% das preferências.


Apesar do furacão Marina, a presidente Dilma Rousseff (PT) lidera com folga no Rio Grande do Norte. A petista tem 48,7% das intenções de voto na pesquisa estimulada Seta/Nominuto divulgada neste domingo (31). Marina Silva (PSB) aparece com 21,7% das preferências. Aécio Neves (PSDB) tem 7,9%.

Os demais candidatos não atingiram 1% das intenções de voto do eleitor potiguar. Brancos e nulos somaram 12,7%, e não respondeu 7%.


Espontânea
Na pesquisa espontânea, Dilma somou 44,9% das preferências. Marina teve 20,4% das citações, seguida de Aécio com 7,2% das intenções de voto.

Os demais candidatos à Presidência da República não atingiram 1%. Brancos e nulos somaram 11,6%, e não respondeu 14,5%.

Rejeição
Dilma apresentou rejeição de 22,3%. Aécio Neves é o segundo mais rejeitado com 18,6%, seguido de Marina com 14,4%.

Everaldo (PSC) é rejeitado por 9,5%; Levi Fidélix (PRTB) por 2,7%; Zé Maria (PSTU) por 2,1%; Rui Costa Pimenta (PCO) por 1,9%; Eduardo Jorge (PV) por 1,5%; Eymael (PSDC) por 1,4%. Os demais não chegaram a 1% de rejeição. Brancos e nulos somaram 13,8%, e não respondeu 10,4%.

PARA O SENADO: Candidata do PT abre vantagem de 5 pontos na pesquisa espontânea. Rejeição de Wilma é maior.

A candidata Fátima Bezerra (PT) apresenta vantagem em relação a Wilma de Faria (PSB) na disputa pelo Senado, aponta a pesquisa Seta/Nominuto divulgada neste domingo (31). As duas estão numa situação de empate técnico. 

A petista tem 31,8% das intenções de voto na pergunta estimulada. A líder do PSB tem 28,3% das preferências.

Roberto Ronconi (PSL) aparece com 4,3%; a professora Ana Célia (PSTU) com 1,4%; e o professor Lailson Almeida (PSOL) com 0,9%.

Muitos eleitores se mostram indecisos ou com a intenção de anular o voto. Brancos e Nulos somaram 21,8%, e não respondeu 11,5%.

A pesquisa Seta ouviu 1.700 eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento encontra-se devidamente registrado no TRE-RN pelo número RN-00017-2014.

Fonte: http://nominuto.com/noticias/eleicoes-2014/apesar-do-furacao-marina-dilma-lidera-com-folga-no-rn-diz-seta/115279/ 

Jornalista da Globo: “Acendeu sinal amarelo na campanha de Henrique Alves”

Comportamento e sociedade >> Por que americanos ensinam filhos pequenos a atirar?

Nos EUA, 31% das residências têm ao menos uma criança e uma arma, segundo dados de 2012Nos EUA, 31% das residências têm ao menos uma criança e uma arma, segundo dados de 2012O caso da menina de nove anos de idade que matou seu instrutor de tiros com um disparo acidental de submetralhadora Uzi, no Arizona, levantou o debate sobre o uso de armas de fogo por americanos desde a mais tenra idade.

Em um país onde as opiniões sobre a posse e o porte de armas variam tanto quanto a sua geografia e demografia - como comparar, por exemplo, a realidade de um fazendeiro em Montana com a de um morador de arranha-céu em Nova York? - nem todos os americanos crescem atirando. Mas aqueles que o fazem começam desde cedo.

Dan Baum começou a atirar quando tinha cinco anos de idade. Ele cruzou o país para aprender sobre a cultura das armas nos Estados Unidos. A experiência virou o livro Gun Guys: a Road Trip (algo como "Caras Armados: Uma Viagem pelos Estados Unidos", em uma tradução bastante livre e imprecisa para o português).

O autor acredita que atirar ensina às crianças lições importantes sobre respeito e disciplina. "Pode ser algo ótimo para as crianças", ele diz.

"O que você está dizendo a uma criança é: 'Estou colocando algo extremamente perigoso em suas mãos e confiando que você o usará apropriadamente'."

Baum ensinou sua filha a atirar quando ela tinha 10 anos de idade.
"Crianças são espertas", diz. "Antes de mais nada, elas vão achar qualquer coisa que você tente esconder. E elas podem aprender ao receber instruções. Podem aprender sobre segurança."

Pais 'responsáveis'
Nos Estados Unidos, 31% das residências têm ao menos uma criança e uma arma, segundo dados de 2012 do Centro Law para Prevenção de Violência Armada. Para muitos pais, a posse responsável de armamentos passa por ensinar crianças a atirar - e a respeitar as armas - desde cedo.

O envolvimento infantil na cultura de armas americana é tão comum que, em algumas regiões, as escolas liberam os alunos no primeiro dia da temporada de caça de veados.

A empresa Crickett Firearm é uma das companhias de armas voltadas especificamente para o mercado infantil. O produto batizado de "meu primeiro rifle" tem menos poder de fogo que a versão adulta e é redimensionado para caber em mãos pequenas.

David Prince e sua mulher abriram o estande de tiro Eagle Gun, em Lewisville, no Texas, há dois anos. Eles aceitam crianças a partir de oito anos de idade e já realizaram festas de aniversário infantis no local.

"Queriamos oferecer um lugar seguro, voltado para a família, em que seja possível aprender sobre segurança e armas e onde as crianças possam entrar em contato com as armas", diz Prince.
"Elas vêem armas o tempo todo nos video-games. Precisam saber que as que estão por aí são perigosas."

Sem restrições
Prince ensinou filhos a manusear armas "para desmistificar o assunto" quando eles tinham cinco e seis anos de idade.

Show >> Fãs de Raul Seixas realizaram encontro para a 21ª edição do tributo ao artista no Vale do Açu

Raul será homenageado em eventoRaul será homenageado em eventoMais uma vez reuniu um público recorde, será  no Narcizo Casa Show, em Alto do Rodrigues, região do Vale do Açu, o 21º Tributo a Raul Seixas. Originalmente programado para o dia 9 deste mês, o evento acabou sendo remanejado para este sábado 30, por motivo de força maior.
“Infelizmente, tivemos um contratempo provocado por um problema de saúde e fomos forçados a transferir a realização”, explicou o promotor do festival, comerciante Rivaldan Melo. Ele afirmou que a mudança de data não provocou alteração nas atrações que se apesentarão no show-festa que ocorre anualmente em agosto.
A escolha do mês para o evento objetiva coincidir com o período do falecimento do homenageado: Raul Seixas faleceu aos 44 anos de idade no dia 21 de agosto de 1989, em São Paulo (SP). Rivaldan Melo informa que já recebeu a confirmação de várias caravanas do Vale do Açu e regiões próximas. “Todo ano recebemos muitos amigos e admiradores de Raul”, diz.

ATRAÇÕES
Para a edição 2014, o 21º Tributo a Raul Seixas terá a participação de nomes como banda Bento XVI, Yale Clecino & Getúlio Moura, Taildo Barros & Os Panteras, banda Geração Perdida, Fábio Gonçalves & Banda, Vitorino (Raul cover), entre outros. “Temos alguns nomes previamente confirmados, mas durante o evento outros artistas se apresentam, sempre com repertório de Raul”, conclui Rivaldan Melo.
Fonte: Jornal O Mossoroense

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Plebiscito à vista >> Na Semana da Pátria, organizações sociais pedem um voto pelo Brasil



De 1 a 7 de setembro, no meio da campanha eleitoral, organizações sociais coletam votos pela Reforma Política

Na Semana da Pátria, de 1 a 7 de setembro, estará ocorrendo uma votação. Mas dessa vez, a escolha não será entre um candidato X ou Y. A votação será outra e sua cédula contará com apenas uma pergunta: "Você é a favor de uma Constituinte Exclusiva e Soberana do sistema político?"

A questão é levantada por um Plebiscito Popular, não oficial, organizado por ativistas que lutam por uma reforma política ampla e com participação popular. Segundo a Secretaria Operativa Nacional do Plebiscito, 373 entidades – movimentos sociais e sindicais, associações, pastorais e partidos políticos – trabalham na sua organização. Já foram criados cerca de mil comitês populares no país. A meta é conseguir 10 milhões de votos em todo o território nacional e pressionar pela convocação de uma consulta popular oficial.

As manifestações de junho de 2013 deixaram clara a descrença da população nos políticos de forma geral. Ainda que no Congresso existam projetos de Reforma Política, a opinião dos organizadores do Plebiscito é de que não existe a possibilidade de mudanças reais no Congresso Nacional. Afinal, “quem sempre ganhou com as regras do jogo não vai querer modificá-las”.

Um exemplo das reivindicações dos ativistas é o financiamento público exclusivo de campanha. “Quem paga a banda, escolhe a música. [Os políticos] são eleitos por doações que, na verdade, não são doações, são investimentos. A empresa investe numa campanha e depois cobra um retorno”, afirma Rafael, militante do Levante Popular da Juventude. O deputado federal Renato Simões (PT-SP) concorda: “A corrupção, muitas vezes, nasce da obrigação dos eleitos de retribuírem aos financiadores aquilo que receberam na campanha. A moralização do processo eleitoral passa por tornar a atividade partidária e eleitoral uma atividade pública”.

A questão era julgada pelo Supremo Tribunal Federal quando o ministro Gilmar Mendes pediu vistas e travou essa importante conquista. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os gastos totais das eleições de 2002 para presidente da República, governadores, deputados e senadores foram de R$ 827 milhões. Em 2010, os valores chegaram a assombrosos R$ 4,9 bilhões. É um valor maior do que muitos ministérios, como o da Cultura e o da Indústria, têm para trabalhar um ano inteiro. A presidenta Dilma apresentou a proposta de fazer um Plebiscito com o tema da Reforma Política, porém ela foi rapidamente derrubada no Legislativo.
 


Comunicação >> Redes sociais "borram" ideia tradicional de jornalismo

Fonte: Novo Jornal

O baixo custo de equipamentos de gravação e o fácil acesso a redes sociais expandiram a capacidade de se reportar um fato.Hoje, a informação pode ser reportada – ou melhor, compartilhada – por qualquer pessoa que tenha na mão um celular com uma rede 3G, e não apenas por um jornalista profissional.

A facilidade em se transmitir um vídeo ou foto de um acontecimento acaba levantando questões sobre o papel dos jornalistas. Uma das mais difíceis de responder talvez seja esta, feita por Padraig Reidy, colunista do site da organização Index on Censorship: se todo mundo pode fazer o trabalho dos jornalistas, o que acontece com os privilégios que apenas os jornalistas costumavam ter?

De acordo com Reidy, o jornalista, antigamente, era visto como aquele que podia vagar por uma cena sem ser incomodado, que podia fazer perguntas e esperar uma resposta, que filmava um protesto sem ter seu equipamento confiscado pelas autoridades – tudo isso, pelo menos, na teoria.

Esta ideia do profissional de imprensa tem mudado drasticamente.Nos recentes protestos na cidade americana de Ferguson, no estado do Missouri, jornalistas foram intimidados, detidos, impedidos de reportar e tiveram seus equipamentos confiscados pela polícia.

Pelo menos 17 membros da imprensa foram presos ou ameaçados durante a cobertura dos violentos protestos – que tiveram início após a morte de um jovem negro por um policial branco. A imprensa, cada vez mais, tem sido alvo de repressão, enquanto os privilégios parecem ter desaparecido.

Reidy questiona se é possível manter a ideia destes privilégios quando todo mundo pode ser um jornalista em potencial.Pergunta o colunista: se alguém filma um confronto de uma multidão com as autoridades está automaticamente participando de uma atividade jornalística e por isso deve ter acesso aos privilégios? Ou o jornalismo depende do destino final do conteúdo que é produzido?

O fato é que acontecimentos como a repressão aos jornalistas durante os protestos em Ferguson e a execução do jornalista americano James Foley pelo ISIS – além da forma como o vídeo da execução foi divulgado nas redes sociais – demostram que o privilégio de poder reportar os acontecimentos sem ser um alvo em potencial ficou no passado.

Eleições >> Maioria do eleitorado, mulher soma 30% das candidaturas

Maioria do eleitorado, elas estão sub-representadas entre os postulantes a cargos públicos. Dados mostram perfil de eleitores e candidatos também quanto a escolaridade e raça 
 
Apesar de representarem mais da metade da população brasileira, as mulheres são menos de um terço dos candidatos nas eleições de outubro. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o eleitorado feminino chega a 74,5 milhões (52,1%), contra 68,2 milhões de homens (47,8%) — 115 mil eleitores não declararam o sexo. Do total de candidatos, 18 mil são homens (69%), contra 8,1 mil mulheres (31%). No caso da Presidência da República, mesmo havendo duas representantes entre os candidatos mais competitivos, as mulheres estão em minoria entre os postulantes, perdendo por 9 a 3.

O número total de candidatos a todos os cargos em disputa nestas eleições — 26,1 mil — chega a mais de um quarto da população de uma cidade média brasileira (100 mil habitantes). A disputa mais acirrada é a de uma cadeira na Câmara Legislativa do Distrito Federal, em que mais de mil pessoas disputam os 24 postos, com uma média de 42,63 por vaga.

Escolaridade e raça
Dos 26,1 mil candidatos, menos da metade — 45,25% — declarou como grau de instrução o superior completo. Cerca de 30% têm o ensino médio completo, enquanto 1% declarou que apenas sabe ler e escrever.

Na outra ponta — os 142,5 milhões de pessoas aptas a votar em outubro —, o total dos que têm curso superior completo é de apenas 5,6%. A maior parte, cerca de 30%, declarou ter o ensino fundamental incompleto.
 
Os negros estão pouco representados entre os candidatos à Presidência. Só Marina Silva informou ser da cor “preta”. Os outros 11 declararam-se brancos.

Os brancos predominam também na disputa para governador (67,63%), senador (67,93%), deputado federal (58%), deputado estadual (54%) e deputado distrital (50%). Considerando todos os cargos, os brancos são 55%; os pardos, 35%; os negros, 9,3%; os indígenas, 0,32%; e os que se declararam da cor amarela, 0,46%.

Sobre o estado civil, 55,4% são casados; 30,6%, solteiros; 10,4%, divorciados; 1,89%, separado; e 1,72%, viúvo.

O maior eleitorado do Brasil — 43,4% — está na Região Sudeste. O segundo maior colégio é o Nordeste, com 26,8%, e o terceiro é o Sul, com 14,79%. O Norte e o Centro-Oeste têm, respectivamente, 7,6% e 7,1%. Mais de 350 mil eleitores brasileiros votam no exterior.

Nestas eleições, a aplicação da Lei da Ficha Limpa, combinada com algumas inadequações na documentação das candidaturas, produziu a impugnação de mais de 3 mil candidaturas.

Projeto
O Projeto de Lei do Senado (PLS) 132/2014, apresentado por Anibal Diniz (PT-AC) em abril, reserva um terço das 81 vagas na Casa às mulheres. Seriam 27 senadoras, uma para cada estado.

Atualmente, a bancada feminina conta com dez senadoras em exercício e uma licenciada.

Fonte: Jornal do Senado

Escola e violência >> Pesquisa põe Brasil em topo de ranking de violência contra professores

Escola e violência: problema crescente e preocupante no Brasil (BBC)Escola e violência: problema crescente e preocupante no Brasil (BBC)Uma pesquisa global feita com mais de 100 mil professores e diretores de escola do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio (alunos de 11 a 16 anos) põe o Brasil no topo de um ranking de violência em escolas.

Na enquete da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), 12,5% dos professores ouvidos no Brasil disseram ser vítimas de agressões verbais ou de intimidação de alunos pelo menos uma vez por semana.

Trata-se do índice mais alto entre os 34 países pesquisados - a média entre eles é de 3,4%. Depois do Brasil, vem a Estônia, com 11%, e a Austrália com 9,7%.
Na Coreia do Sul, na Malásia e na Romênia, o índice é zero.

O tema da violência em sala de aula foi destacado por internautas ouvidos pela BBC Brasil como um assunto que deveria receber mais atenção por parte dos candidatos presidenciais e vem gerando acirrados debates em posts que publicamos nos últimos dias nas nossas páginas de Clique Facebook, Clique Twitter eClique Google +.

"A escola hoje está mais aberta à sociedade. Os alunos levam para a aula seus problemas cotidianos", disse à BBC Brasil Dirk Van Damme, chefe da divisão de inovação e medição de progressos em educação da OCDE.

O estudo internacional sobre professores, ensino e aprendizagem (Talis, na sigla em inglês), também revelou que apenas um em cada dez professores (12,6%) no Brasil acredita que a profissão é valorizada pela sociedade; a média global é de 31%.

O Brasil está entre os dez últimos da lista nesse quesito, que mede a percepção que o professor tem da valorização de sua profissão. O lanterna é a Eslováquia, com 3,9%. Em seguida, estão a França e a Suécia, onde só 4,9% dos professores acham que são devidamente apreciados pela sociedade.

Já na Malásia, quase 84% (83,8%) dos professores acham que a profissão é valorizada. Na sequência vêm Cingapura, com 67,6% e a Coréia do Sul, com 66,5%.

A pesquisa ainda indica que, apesar dos problemas, a grande maioria dos professores no mundo se diz satisfeita com o trabalho.

A conclusão da pesquisa é de que os professores gostam de seu trabalho, mas "não se sentem apoiados e reconhecidos pela instituição escolar e se veem desconsiderados pela sociedade em geral", diz a OCDE.
Segundo Van Damme, "a valorização dos professores é um elemento-chave para desenvolver os sistemas educacionais".

Ele aponta melhores salários e meios financeiros para que a escola funcione corretamente, além de oportunidades de desenvolvimento de carreira como fatores que podem levar a uma valorização concreta da categoria.

No Brasil, segundo dados do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDEs) da Presidência da República, divulgados em junho deste ano, a remuneração média dos professores é de pouco menos de R$ 1,9 mil por mês.

A média salarial dos professores nos países da OCDE, calculada levando em conta o poder de compra em cada país, é de US$ 30 mil (cerca de R$ 68,2 mil) por ano, o equivalente a R$ 5,7 mil por mês, o triplo do que é pago no Brasil.

O especialista da OCDE cita a Coreia do Sul e a China como exemplos de países onde o trabalho dos professores é valorizado tanto pela sociedade quanto por políticas governamentais, o que representa, diz ele, um "elemento fundamental na melhoria da performance dos alunos".

"Em países asiáticos, os professores possuem um real autoridade pedagógica. Alunos e pais de estudantes não contestam suas decisões ou sanções", afirma.

A organização ressalta que houve avanços na educação brasileira nos últimos anos. Os investimentos no setor, de 5,9% do PIB no Brasil, estão próximos da média dos países da OCDE (6,1%), que reúne várias economias ricas.

"Entre 2000 e 2011, o nível de investimentos em educação no Brasil, em termos de percentual do PIB, quase dobraram", afirma Van Damme.

Outro indicador considerado importante pela OCDE, o percentual de jovens entre 15 e 19 anos que estudam, é de 77% no Brasil. A média da OCDE é de 84%. (Daniela Fernandes/de Paris para a BBC Brasil)

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Saúde >> 10 Explicações Sobre os Benefícios do Suor Suar Faz Bem, Saiba o Porquê!

Nosso corpo possui um sistema natural e gratuito de
regulagem de temperatura, que funciona através do suor. Quando suamos, deiminuimos a temperatura coporal a niveis saudáveis, evitando choques térmicos. O ato de suar nos mantém equilibrados. E o que mais o suor faz e por que é tão recomendado que se "sue a camiseta"?
Bem... talvez tenha algo a ver com os dez motivos que apresentamos a seguir:
 
1. Você sabia que as glândulas sudoríparas ajudam na cura de ferimentos?
Recentemente, muitas pesquisas dedicaram especial atenção às glândulas sudoríparas, especialmente às glândulas sudoríparas ecrinas, que podem ser encontradas aos milhões, alojadas na nossa pele. Pesquisadores da Universidade de Michigan descobriram que essas glândulas armazenam uma quantidade significativa de células-tronco adultas, que são usadas para curar ferimentos. Estudando o processo de cicatrização de feridas com a utilização desse material, os cientistas esperam encontrar potencial para produzirem medicamentos curativos.
 
2. Elimina as toxinas
Dizem os especialistas que nós suamos, principalmente, o excesso de sal, colesterol e álcool. Isso significa que o suor nos desincha, limpa nossas artérias e nos ajuda na recuperação de ressacas. Portanto, na próxima vez em que você suar, lembre-se dos lixos que seu corpo está eliminando.
 
3. Manda a dor embora
Quando nos exercitamos, não apenas produzimos endorfinas, como também analgésicos naturais. Se você sofre de dores no pescoço ou alguma outra dor que não passa, o exercício pode estimular padrões neuroquímicos no nosso cérebro que produz endorfinas e age como analgésico natural. Dores crônicas são difíceis de suportar, mas exercícios regulares (quando permitidos) são ótimas formas de manter-se distante das dores.
 
4. Previne as super-dolorosas pedras nos rins
A dor provocada por pedras os rins é descrita como beirando o insuportável. Há quem a compare com as dores de um parto, sem o final feliz. Ela ocorre quando consumimos muito sal e não "descarregamos" nosso organismo com a frequência necessária. Entretanto, pesquisas têm demonstrado que provocar um suadouro regularmente, junto com o consumo de bastante líquido, irá purificar seus rins e todo o seu organismo de forma a impedir a formação de pedras.
 
5. É ótimo para uma pele com boa aparência
Quando suamos, os poros da nossa pele se abrem e liberam grandes quantidades de impurezas que estavam alojadas nela. É claro, apenas suar não adianta.  Portanto, se você está suando, certifique-se de limpar sua pele muito bem pelo menos 3 vezes ao dia. Assim,  as sujeiras serão eliminadas, deixando-a limpa e bonita.
 
 
6. Melhora o humor
Você já deve ter sentido aquela sensação ótima depois de suar durante um exercício. Não é coisa da sua cabeça e não se deve apenas ao exercício. Quando seu corpo se aquece o suficiente para suar, ele aciona certos neurônios sensíveis à temperatura em nosso cérebro, e que influenciam o nosso estado de ânimo. Poryanto, exercitando-se e fazendo o corpo atingir aquelas temperaturas é uma ótima forma de sentir-se melhor, mais auto-confiante e de bom humor.
 
7.  Relaxa músculos tensos
O suor aquece os músculos do corpo, e também os umedece. Isso ajuda a relaxar aqueles músculos cansados e doloridos, porque elimina o estresse e fadiga que causa desconforto.
 
 
 
8. Além de eliminar as toxinas naturais, o suor também dá conta das artificiais
Pesticidas, herbicidas e metais pesados são altamente empregados no ambiente em que vivemos e nem imaginamos o quanto estamos expostos a esses materiais. Através do suor, eliminamos também esses venenos artificiais que tanto nos prejudicam.
 
9. Previne gripes e infecções
Você gosta de desinfetantes? Você sabia que seu corpo fabrica um? Uma pesquisa na Universidade de Tubingen, na Alemanha, sugere que o suor humano contém um agente antimicrobiano que parece combater germes como os da tuberculose e outros microrganismos que ameaçam a nossa saúde.
 
10. E, é claro, regula a temperatura corporal, também em longo prazo
O suor ajuda nosso corpo a reconhecer a necessidade de manter o equilíbrio térmico. O organismo se ajusta às condições ambientais. Portanto, quanto mais você suar, melhor o seu corpo irá aprender quando e quanto suor ele deve secretar para melhor esfriar ou manter-se aquecido. Não apenas para os momentos de exercícios, mas também, o tempo todo.