quarta-feira, 30 de julho de 2014

Pontos de Cultura viram lei para facilitar repasse de recursos

Política Nacional Cultura Viva pretende facilitar o repasse de recursos para pontos de cultura locais Foto: Niruna Satie
A transformação do Programa Cultura Viva em lei foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff no último dia 22. Como parte do programa, o governo federal oferece apoio financeiro a grupos e entidades locais que realizem ações de valorização da diversidade cultural, promoção da cidadania e capacitação de trabalhadores da cultura, entre outras. O programa nasceu em 2004, com o nome de Ponto de Cultura, e desde então é regulamentado por meio de portarias do Ministério da Cultura. 

A Lei 13.018/2014 cria a Política Nacional Cultura Viva, que conta como instrumentos os “pontos de cultura”, entidades não governamentais sem fins lucrativos que desenvolvem ações culturais continuadas na comunidade, e os “pontões de cultura”, espaços culturais ou redes regionais e temáticas que articulam os pontos de cultura. A nova legislação permite a parceria entre os pontos e pontões de cultura e escolas de ensino fundamental, médio e superior, além de entidades de pesquisas e extensão.

O texto sancionado corresponde ao substitutivo do Senado ao PLC 90/2013, da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Uma das mudanças feitas pelos senadores é a limitação do apoio aos projetos a no máximo três anos (o mínimo é um ano) para garantir maior segurança e comprometimento das entidades que utilizarão dinheiro público para realização de atividades.

A presidente vetou dispositivo que estabelecia que “os grupos e coletivos culturais sem constituição jurídica serão beneficiários de premiação de iniciativas culturais ou de instrumentos de apoio e fomento previstos em lei”. De acordo com avaliação da Controladoria-Geral da União (CGU), essa autorização dificultaria transferências financeiras e a prestação de contas.

Fonte: Jornal do Senado

Artigo >> O que está em jogo na Faixa de Gaza

Em artigo exclusivo à Opera Mundi, Marco Aurélio Garcia defende condenação de ofensiva israelense por parte do governo brasileiro.

Esta nota estará seguramente desatualizada quando for publicada. Mais de setecentos palestinos – grande parte dos quais mulheres, crianças e anciãos – foram mortos nos bombardeios das Forças Armadas israelenses na Faixa de Gaza desde que, há duas semanas, iniciou-se uma nova etapa deste absurdo conflito que se arrasta há décadas. A invasão do território palestino provocou também mais de 30 mortos entre os soldados de Israel.
 O governo brasileiro reagiu em dois momentos à crise. Na sua nota de 17 de julho “condena o lançamento de foguetes e morteiros de Gaza contra Israel” e, ao mesmo tempo, deplora “o uso desproporcional da força” por parte de Israel.
Em comunicado de 23 de julho e tendo em vista a intensificação do massacre de civis, o Itamaraty considerou “inaceitável a escalada da violência entre Israel e Palestina” e, uma vez mais, condenou o “uso desproporcional da força” na Faixa de Gaza. Na esteira dessa percepção, o Brasil votou a favor da resolução do Conselho de Direitos Humanos da ONU (somente os Estados Unidos estiveram contra) que condena as “graves e sistemáticas violações dos Direitos Humanos e Direitos Fundamentais oriundas das operações militares israelenses contra o território Palestino ocupado” e convocou seu embaixador em Tel Aviv para consultas.

A chancelaria de Israel afirmou que o Brasil “está escolhendo ser parte do problema em vez de integrar a solução” e, ao mesmo tempo, qualificou nosso país como “anão” ou “politicamente irrelevante”.
 É evidente que o governo brasileiro não busca a “relevância” que a chancelaria israelense tem ganhado nos últimos anos. Menos ainda a “relevância” militar que está sendo exibida vis-à-vis populações indefesas.

Não é muito difícil entender, igualmente, que está cada dia mais complicado ser “parte da solução” neste trágico contencioso. Foi o que rapidamente entenderam o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, e o secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, depois de suas passagens por Tel Aviv, quando tentaram sem êxito pôr o fim às hostilidades.

Como temos posições claras sobre a situação do Oriente Médio – reconhecimento do direito de Israel e Palestina a viverem em paz e segurança – temos sido igualmente claros na condenação de toda ação terrorista, parta ela de grupos fundamentalistas ou de organizações estatais.
 Estive, mais de uma vez, em Israel e na Palestina. Observei a implantação de colônias israelenses em Jerusalém Oriental, condenadas mundialmente, até por aliados incondicionais do Governo de Tel Aviv. Vi a situação de virtual apartheid em que vivem grandes contingentes de palestinos. Constatei também que são muitos os israelenses que almejam uma paz duradoura fundada na existência de dois Estados viáveis, soberanos e seguros.

É amplamente conhecida a posição que o Brasil teve no momento da fundação do Estado de Israel. Não pode haver nenhuma dúvida sobre a perenidade desse compromisso.

Temos reiterado que a irresolução da crise palestina alimenta a instabilidade no Oriente Médio e leva água ao moinho do fundamentalismo, ameaçando a paz mundial. Não se trata, assim, de um conflito regional, mas de uma crise de alcance global.
É preocupante que os acontecimentos atuais na Palestina sirvam de estímulo para intoleráveis manifestações antissemitas, como têm ocorrido em algumas partes, felizmente não aqui no Brasil.

A criação do Estado de Israel, nos anos quarenta, após a tragédia do Holocausto, foi uma ação afirmativa da comunidade internacional para reparar minimamente o horror provocado pelo nazi-fascismo contra judeus, ciganos, homossexuais, comunistas e socialdemocratas.  Mas o fantasma do ressurgimento ou da persistência do antissemitismo não pode ser um álibi que justifique o massacre atual na Faixa de Gaza.

O Brasil e o mundo têm uma dívida enorme para com as comunidades judaicas que iluminaram as artes, a ciência e a política e fazem parte da construção da Nação brasileira.  Foi esse sentimento que Lula expressou em seu discurso, anos atrás, na Knesset, quando evocou, por exemplo, o papel de um Carlos e de um Moacir Scliar ou de uma Clarice Lispector para a cultura brasileira. A lista é interminável e a ela se juntam lutadores sociais como Jacob Gorender, Salomão Malina, Chael Charles Schraier, Iara Iavelberg, Ana Rosa Kucinski e tantos outros.

Nunca os esqueceremos.
Em artigo exclusivo à Opera Mundi, Marco Aurélio Garcia defende condenação de ofensiva israelense por parte do governo brasileiro.

Esta nota estará seguramente desatualizada quando for publicada. Mais de setecentos palestinos – grande parte dos quais mulheres, crianças e anciãos – foram mortos nos bombardeios das Forças Armadas israelenses na Faixa de Gaza desde que, há duas semanas, iniciou-se uma nova etapa deste absurdo conflito que se arrasta há décadas. A invasão do território palestino provocou também mais de 30 mortos entre os soldados de Israel.
 
O governo brasileiro reagiu em dois momentos à crise. Na sua nota de 17 de julho “condena o lançamento de foguetes e morteiros de Gaza contra Israel” e, ao mesmo tempo, deplora “o uso desproporcional da força” por parte de Israel.
 
Em comunicado de 23 de julho e tendo em vista a intensificação do massacre de civis, o Itamaraty considerou “inaceitável a escalada da violência entre Israel e Palestina” e, uma vez mais, condenou o “uso desproporcional da força” na Faixa de Gaza. Na esteira dessa percepção, o Brasil votou a favor da resolução do Conselho de Direitos Humanos da ONU (somente os Estados Unidos estiveram contra) que condena as “graves e sistemáticas violações dos Direitos Humanos e Direitos Fundamentais oriundas das operações militares israelenses contra o território Palestino ocupado” e convocou seu embaixador em Tel Aviv para consultas.

A chancelaria de Israel afirmou que o Brasil “está escolhendo ser parte do problema em vez de integrar a solução” e, ao mesmo tempo, qualificou nosso país como “anão” ou “politicamente irrelevante”.

É evidente que o governo brasileiro não busca a “relevância” que a chancelaria israelense tem ganhado nos últimos anos. Menos ainda a “relevância” militar que está sendo exibida vis-à-vis populações indefesas.


Liderança >> Brasil busca união econômica e social junto ao Mercosul

IMPOSTO ZERO

A presidenta Dilma defendeu, hoje (29), a criação da zona de livre comércio na América do Sul.

"Devemos buscar a implementação da desgravação tarifária, que vai permitir que nós criemos zona de livre comércio sul-americana", declarou, na 46ª Cúpula do Mercosul, em Caracas, na Venezuela.

Para ela, o aumento do mercado interno poderia ajudar as nações do Mercosul a enfrentar possíveis estabilidades.

Dilma também reiterou o pedido de cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza e declarou apoio à Argentina, que passa por crise econômica.

Leia na Agência PT de Notícias http://bit.ly/1rCDMAd


A presidenta Dilma defendeu, hoje (29), a criação da zona de livre comércio na América do Sul.

"Devemos buscar a implementação da desgravação tarifária, que vai permitir que nós criemos zona de livre comércio sul-americana", declarou, na 46ª Cúpula do Mercosul, em Caracas, na Venezuela.

Para ela, o aumento do mercado interno poderia ajudar as nações do Mercosul a enfrentar possíveis estabilidades.

Dilma também reiterou o pedido de cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza e declarou apoio à Argentina, que passa por crise econômica.

Leia na Agência PT de Notícias http://bit.ly/1rCDMAd

terça-feira, 29 de julho de 2014

Secretaria Mul. de Agricultura e Meio Ambiente inicia projeto horta nas escolas de Lajes

Teve início neste dia 29 de julho o primeiro contato com os alunos da Escola Mul. Dr. Eloy de Souza relacionado ao Projeto Horta na Escola, através do uso de materiais recicláveis, que será desenvolvido pela Coordenadoria de Desenvolvimento Rural que tem como coordenadora a técnica em agropecuária, Mara Fabiane. 

A técnica da SEMAGMA Mara Fabiane realizando explanação para os alunos
O referido projeto tem como objetivo desenvolver a criação de hortas coletivas por meio de práticas sustentáveis nas escolas de nosso município.

A SEMAGMA - Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente está distribuindo um kit composto por: regador, escarificador, pá e sementes das seguintes hortaliças: coentro, alface, tomate, pimentão, cenoura, cebolinha, e  couve  que serão ultilizados para a realização do referido projeto e auxiliarão como reforço nutricional na merenda escolar.

Esse trabalho foi realizado inicialmente junto com a EMATER e a SEMAGMA no Hospital Maternidade de Lajes através do convite da direção daquela entidade, quando foram construídas algumas hortas que tem como finalidade de ter uma  alimentação ainda mais saudável que é produzida no próprio local.

De acordo com  um calendário previamente definido pela SEMAGMA junto com as escolas participantes, estamos buscando incentivar o criação de hábitos saudáveis tanto para os alunos e para suas famílias com ações que vão desde o manejo correto até uma alimentação mais saudável.

Alunos atentos ouvindo as explicações

Mara Fabiane com a diretora da Escola Dr. Eloy de Souza e alunos

Economia >> O RN é o 3º no ranking de investimento estrangeiro no NE

Investimentos no setor imobiliário continuam sendo o foco dos estrangeiros

ORio Grande do Norte é 5.º Estado brasileiro em receber maior volume de investimento estrangeiro, no primeiro trimestre do ano, e o terceiro maior do Nordeste ficando atrás apenas do Ceará e Bahia. O cálculo é feito sobre o volume de investimento efetuado por estrangeiros pessoa física no Brasil, revela levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Foram R$ 6,65 milhões em aportes, o que fez com que o Estado ficasse atrás apenas de São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro e Bahia. Em relação a igual período de 2013, houve uma queda significativa nos números. No ano passado foram investidos 9,66 milhões.
 
O RN teve uma perda de R$ 3 milhões em investimentos de estrangeiros no primeiro trimestre de 2014, com relação ao mesmo período do ano passado. Até 31 de março, foram investidos  R$ 6,65 milhões por estrangeiros (pessoa física) no RN contra R$ 9,6 milhões nos  primeiros três meses de 2013, o que representa uma redução de cerca de 30%. Também nos três primeiros meses do ano passado, o RN também estava entre os cinco primeiros no ranking nacional, atrás de São Paulo, Ceará, Rio de Janeiro e Bahia. A posição foi a mesma nos anos de 2011 e 2012, segundo os dados daqueles anos. Em 2013, o RN manteve a mesma posição, mesmo registrando uma queda nos investimentos. Foram R$ 36.434.536,50, enquanto em 2012 foram, 43.524.409, 51.
 
São Paulo, em igual período, fechou em R$ 68,8 milhões, ocupando a terceira posição (atrás também do Maranhão, com R$ 172,8 milhões).
 
O Estudo apresenta outros destaques do Nordeste, nesse ranking a Bahia, com R$ 9,56 milhões (4.ª colocação nacional), e o Rio Grande do Norte, com R$ 6,65 milhões (5.ª posição). Já Pernambuco ficou em décimo na lista, com R$ 943,9 mil.
 
No somatório nacional dos investimentos, os italianos mantiveram sua primeira colocação como o país de origem destes aportes, como vem acontecendo já há alguns anos.
 
Eles investiram no País, nos três primeiros meses de 2014, R$ 20,61 milhões, seguidos dos espanhóis, com R$ 8,78 milhões, chilenos, com R$ 8,76 milhões, portugueses, com R$ 8,02 milhões e franceses, com R$ 6,76 milhões.

Faltam atrativos do Governo para atrair investidores
Para o conselheiro da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (ADIT Brasil), Daniel Aran, a burocracia, a falta de infraestrutura e de uma política de incentivo a investidores estrangeiros, além da crise europeia, tem afastado os investidores estrangeiros do Rio Grande do Norte. A falta competitividade do RN, com relação a outros Estados nordestinos gera redução dos investimentos estrangeiros. “O Ceará tem uma capacidade de atrair investimentos melhor. Já no RN, o esforço do governo nunca foi um atrativo para os investidores”, aponta.
 
Segundo Aran, com a crise europeia, houve uma mudança no perfil do investidor estrangeiro, principalmente, no mercado imobiliário.

Amanhã Lajes estará realizando o I Fórum Comunitário do Selo Unicef edição 2013-2016... Participe!!

Foto: I Fórum Comunitário de Lajes- Selo Unicef edição 2013-2016...Participe!!


Folha de SP esculacha Aécio. Colunista citou “drogas” e o desvio de R$ 4,3 bi da saúde

folhadetona
                           reprodução:Folha SP
 
Ninguém é obrigado a ser candidato a presidente. Mas quem abraça a causa deve saber que sua vida está sujeita a ser esquadrinhada – Mirian Cordeiro que o diga. O tucano Aécio Neves, agora candidato oficial do PSDB, parece incomodado nesta missão.


Ainda pré-candidato, Aécio começou mal. Decidiu fugir de perguntas incômodas, atacar as críticas como obra de um submundo e acionar a Justiça para tentar limpar uma biografia no mínimo controvertida. Nada a favor dos facínoras que inventam mentiras em redes sociais para desqualificar adversários. Mas daí a ignorar questionamentos vai uma distância enorme.


A repórter Malu Delgado, da revista "piauí", prestou um belo serviço ao escrever um perfil do tucano. Lá estão prós e contras, alinhados com sobriedade e rigor jornalístico. Cada um que chegue às suas conclusões. Por enquanto, elas soam desfavoráveis ao candidato.


Deixe-se de lado qualquer falso moralismo. É direito do eleitor sabatinar quem se propõe a dirigir o país. A fronteira entre o público e o privado se esmaece, sem que isso signifique a condenação a priori de qualquer um.


Vídeos na internet mostram práticas nada republicanas, como gostam de falar, por parte do então governador de Minas Gerais. Entre outras façanhas em bares e blitze, montou uma tropa de choque midiática para sufocar críticas.


Tanto fez que a guilhotina tucana decapitou sem piedade inúmeros jornalistas em Minas Gerais. Os testemunhos estão à disposição, basta querer ver e ouvir.


Sombras permanecem. A questão das drogas é uma delas, e cabe ao candidato refutá-las ou não; ao eleitor, mensurar a sinceridade dos depoimentos e até que ponto o tema interfere na avaliação do postulante. Aécio tem se embaralhado frequentemente no assunto. Adotou como refúgio a acusação de que tudo não passa de calúnias. Ao vivo, acusou jornalistas reconhecidamente sérios de dar vazão a rumores eletrônicos. Convenceu? Algo a conferir.


Na reportagem citada, destaca-se um mistério. Uma verba de R$ 4,3 bilhões, supostamente destinada à saúde, sumiu dos registros oficiais do Estado. Apesar de contabilizada na propaganda, a quantia inexiste nos livros de quem teria investido o dinheiro.


O caso foi a arquivo sem ter o mérito da questão examinado. A promotora autora da denúncia insiste na ação de improbidade. Na falta de esclarecimentos dos acusados, aguarda-se o veredicto da Justiça.


Esqueletos à parte, na convenção de sábado (14) Aécio teve a chance de ao menos apresentar um programa que justificasse a candidatura. Perda de tempo. O evento faria corar a banda de música da finada UDN. Discursos mirabolantes se esforçaram para preencher o vazio de alternativas.


Ouviram-se insistentemente anátemas contra a corrupção. Ninguém se referiu, contudo, às peripécias do mensalão mineiro e às manobras, também nada republicanas, do correligionário Eduardo Azeredo para escapar de uma condenação.


O distinto público continua sem saber se o salário mínimo vai mudar, se a aposentadoria fica como está, se haverá um tarifaço e quais medidas um governo tucano propõe para melhorar o bem-estar do povo. Ministérios serão cortados, esbraveja o senador. Mas quais? A reeleição, comprada a peso de ouro pelo seu partido na gestão FHC, vai mesmo acabar? A respeito disso tudo, o que ressoa é o eco das tais "medidas impopulares".


Em lugar de propostas, metáforas mal construídas que começam com brisa, crescem para ventania e acabam em tsunami. Talvez porque Minas não tenha acesso ao mar.


Se quiser seguir em frente, Aécio Neves está muito a dever. Saiu da zona de conforto mineira, em que a imprensa é garroteada impiedosamente para abafar desmandos de gestão. O jogo mudou, e o neto de Tancredo deve providenciar urgentemente garrafas para vender.


Não adianta apostar apenas no erro do adversário. Amante de relógios caros, muitos deles capazes de quitar com seu valor dezenas e dezenas de prestações de aspirantes a uma casa própria, o tucano já deveria ter aprendido que quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Fonte: http://pocos10.com.br/?p=11752

Curiosidade >> Dois novos buracos gigantes são encontrados na Sibéria, e cientistas ainda estão perplexos

buraco

Lembra-se do buraco gigante que apareceu misteriosamente na Sibéria há duas semanas? Bem, mais dois buracos enormes foram encontrados na região, segundo o Siberian Times.

Eles são menores do que o primeiro – que tem 80 m de diâmetro e 60 m de profundidade – mas têm a mesma estrutura dele. Os cientistas ainda estão intrigados com a origem dessas formações.
>>> Como o buraco gigante na Sibéria, Rússia, pode ter se formado

Buraco de Antipayuta

buracos siberia (1)

O buraco foi encontrado perto da aldeia de Antipayuta, no distrito de Taz. Ele tem um diâmetro de 15 m e também está na Península de Yamal, porém fica a algumas centenas de quilômetros do primeiro buraco.

Mikhail Lapsui, representante do parlamento regional, visitou a área de helicóptero:
Seu diâmetro é de cerca de 15 m. Também há terra na parte exterior, como se ela tivesse sido lançada por uma explosão subterrânea. De acordo com os moradores locais, o buraco se formou em 27 de setembro de 2013. Observadores dão várias versões: a primeira diz que inicialmente havia fumaça no local e, em seguida, houve um estouro brilhante. Na segunda versão, um corpo celeste caiu lá.
Marina Leibman, cientista-chefe do Earth Cryosphere Institute, diz ao Siberian Times:
Eu ouvi falar sobre o segundo funil de Yamal, no distrito de Taz, e viu as fotos. Sem dúvida, precisamos estudar todas essas formações. É necessário ser capaz de prever a sua ocorrência. Cada novo funil fornece informações adicionais para os cientistas.

Buraco de Nosok

buracos siberia (2)

Este funil foi encontrado por pastores perto da aldeia de Nosok, na região de Krasnoyarsk, a leste de Yamal. Ele tem 4 m de diâmetro e uma profundidade estimada entre 60 e 100 m. De acordo com os moradores, o buraco tem uma forma perfeita de cone, e um deles disse:
Isso não parece uma obra humana, mas também não se parece com uma formação natural.
A principal teoria para explicar esses buracos envolve a fuga de gás: o gelo no solo derrete e bolsões de gás escapam de forma violenta, nem sempre causando explosões ou fogo. Infelizmente, especialistas ainda não chegaram a um consenso sobre sua formação. [Siberian Times]
 

Ex-presidente do PMDB anuncia apoio à Fátima Bezerra

A vereadora de Mossoró - Izabel Montenegro (PMDB) – anunciou nesta segunda-feira (28) o apoio à deputada Fátima Bezerra (PT) para o Senado.

“Fiz essa escolha pela seriedade com que Fátima lida com a coisa pública. E por tudo que ela ajudou a consolidar em favor do nosso estado”,  frisou a parlamentar municipal.

As ações de Fátima no município e a perspectiva de continuidade das iniciativas da futura senadora em benefício da população mossoroense, segundo Izabel, motivaram a sua escolha.

Izabel até bem poucas semanas  presidia o PMDB em Mossoró. Foi secretária do Desenvolvimento Econômico do município

Prefeita de Martins
No domingo (27), Fátima também recebeu outro apoio significativo. Foi da prefeita de Martins, inscrita no DEM, Olga Fernandes.

A reunião foi no comitê da candidata em Natal. Contou com a presença do ex-deputado estadual Patrício Júnior.

Farmácia Popular >> O programa já beneficiou mais de 26 milhões de pessoas desde fevereiro de 2011


Este ano, o programa Farmácia Popular completa 10 anos com números robustos: são mais de 26 milhões de pessoas beneficiadas e presença em mais de 4 mil municípios.
 
A Farmácia Popular foi criada para ampliar o acesso aos medicamentos por aqueles que mais precisam. O programa possui uma rede própria e estabelece uma parceria com a rede privada, batizada de "Aqui tem Farmácia Popular".
 
O programa já beneficiou mais de 26 milhões de pessoas desde fevereiro de 2011. Foram distribuídos mais de 20 milhões com medicamentos gratuitos para hipertensão, diabetes e asma.
 
O Ministério da Saúde investiu R$ 5,7 bilhões no programa e ano a ano o investimento é maior: em 2012, foi 1,3 bilhão; em 2013, R$ 1,8 bilhão e o orçamento para 2014 ultrapassou os R$ 2,6 bilhões.
Atualmente, o Programa disponibiliza na própria rede 113 itens e nas drogarias particulares 25.
 
O programa Aqui Tem Farmácia Popular conta com 29.515 estabelecimentos, sendo 545 da rede própria e 28.970 da rede credenciada, que beneficiam 4.166 municípios.
 
O programa Farmácia Popular é um complemento do programa de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, que já disponibiliza mais de 800 medicamentos gratuitos aos brasileiros.
 
Para retirar os medicamentos nas unidades basta apresentar o documento de identidade, CPF e receita médica no prazo de validade. A receita pode ser emitida pelo SUS ou por médicos de hospitais e clínicas particulares.

II MARCHA NACIONAL CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO NEGRO >> QUE O RIO GRANDE DO NORTE SE FAÇA PRESENTE, JÁ QUE ESTÃO LIDERANDO A ESTATÍSTICA DE EXTERMÍNIO DOS JOVENS...

Nota da Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, organizadora da II Marcha Internacional contra o Genocídio do Povo Negro, sobre publicação da matéria “Juventude Negra organiza marcha contra as discriminações raciais”,  no dia 26 de Julho de 2014, na página da ONG Geledes – Instituto da Mulher Negra, que contém reportagem da EBC.
 

A II Marcha Internacional Contra o Genocídio do Povo Negro está sendo gestada pela Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto em comitês independentes organizados e compostos  por negras e negros de todo o Brasil com adesão de negros e negras de mais de 15 países contra o Genocídio do povo negro no Brasil. Não é uma marcha contra o “extermínio da  juventude” ou contra “discriminações raciais”, mas contra o que reconhecemos como a prática genocida contra o povo negro. O temas extermínio da juventude negra e discriminações raciais são temas do governo indiferente a ação da Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto que desde 2005 vem pautando e combatendo o racismo no interior das instituições de justiça.
Nenhum conselheiro, servidor de governo ou parlamentar tem autorização para nos representar. Uma das palavras de ordem de nossa Marcha é “queremos tomar nossa voz de volta”  e o governo e suas instituição não podem e não vão nos pautar. Quando acharmos que devemos nós pautaremos o governo ... “o carro não pode passar adiante dos bois!” Os governos e Estado  que nos matam não podem fazer discursos sobre nós e nossas dores. Nós o faremos com autonomia e independência. 
A Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto lamenta a invisibilidade quem tem sido dada as nossas iniciativas que não se pautam por qualquer barganha eleitoreira, partidária ou de símbolos governamentais que não respeitam nossa autonomia.
Nenhum representante de grupo, movimento ou conselho de estado, poderá substituir a fala de quem constrói essa marcha com autonomia e fora dos holofotes das festas dos palácios. Não fazemos uma marcha reivindicativa. Os governos fecharam seus ouvidos para nossas exigências, criando programas sem nenhuma força para parecer que há um combate efetivo de nossa desgraça. Quem tem  lutado por nós somos nós mesmos, sem esse medo e essa covardia, esse silêncio e essa cooptação que tem caracterizado a conjuntura atual. Dhay Borges de fato é um valoroso militante e articulador dessa Marcha e assim ele e as mulheres que constroem essa marcha em Brasília e em todo território nacional não precisam de porta voz para falar de nossas dores. 
Não buscamos  audiência com  a presidenta ou com qualquer governador, com prefeitos ou parlamentares que estão mais ocupados com o ano eleitoral que de quatro em quatro anos desmobiliza setores importantes do movimento, cobrando sua fatura por projetos pessoais. 
Agradecemos ao Geledes pela atenção e pedimos que publique essa nota e nossa Carta de Princípios, que segue abaixo, que não deixa dúvidas sobre o significado dessa II Marcha Internacional Contra o Genocídio do Povo Negro. 

II MARCHA NACIONAL CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO NEGRO
A Luta Transnacional Contra o Racismo, a Diáspora Negra Contra o Genocídio. 

A Campanha Reaja ou será Morta, Reaja ou Será Morto, diante da conjuntura de brutalidade, violência, superencarceramento e morte da população negra; diante do confinamento de comunidades inteiras em campos de concentração batizados de UPPs ou Bases de Segurança; diante das remoções forçadas de famílias inteiras para o benefício do capitalismo cujos defensores são os maiores investidores nos chamados jogos internacionais (Copa e Olimpíadas); diante do Estado de exceção constituído por leis que suprimem a própria lei garantindo execuções sumárias e extrajudiciais, prisões sem fundamentos e a barbárie generalizada no espaço urbano militarizado e perigoso para nossas vidas desprotegidas de iniciativas legais, ou submetidas a iniciativas legais de nosso abate; diante de instituições que deveriam  garantir a efetivação de direitos que se calam e ajoelham frente  aos nossos algoze diante da nossa eliminação;. Diante da nossa execração quando mulheres são arrastadas por carros, jovens são amarrados  em postes e linchados, suspeitos baleados agonizam em frente a policiais, comunidades inteiras submetidas a uma politica de controle, como se isso não bastasse para comprovar que estamos em uma guerra de genocídio racial; diante do silêncio de parte do movimento social, incluindo de negros e negras que está atrelado aos governo federal e locais  que pautam os movimentos sociais com seus garotos de recado constrangidos fazendo seu trabalho em ano eleitoral, ao mesmo tempo em que os governos matam e humilham a população negra, elaborando e apresentando programas ineficazes e sem dotação orçamentaria  e mandam seus mediadores e porta-vozes acalmar as vozes das ruas. Assim, diante do exposto, a Campanha  Reaja  ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, em diálogo com irmãos e irmãs em todo território nacional, em diálogo com irmãos e irmãs da Europa e Estados Unidos, da Colômbia e Barcelona, convoca, convida, conclama as organizações negras em particular e as organizações do movimento social, de um modo geral, a tomarem sua voz de volta e REAGIREM. Façamos a II Marcha Contra o Genocídio do Povo Negro tomando nossa voz de volta, dando um salto de unidade e autonomia, de solidariedade e luta contra o racismo  e  pela vida.
Esse texto é uma orientação geral quanto aos princípio que animam quem almeja, de verdade, construir essa II Marcha Nacional Contra o genocídio do Povo Negro. 
Chamamos todas e todos para essa II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro de forma autônoma, independente e revolucionaria. Eis nossos princípios inegociáveis: 
• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro tem como tema: A luta Transnacional Contra o Racismo, a Diáspora Negra Contra o Genocídio. 

• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro reconhece e respeita a autonomia histórica das mulheres negras que tem reagido e resistido a opressão dirigida as nossas comunidades e criado instituições poderosas de luta, solidariedade e humanidade do povo negro em todas os continentes , as mulheres negras são a linha de frente dessa Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro, as coordenadoras e impulsionadoras de nossa ação nas ruas do país;
• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro é uma ação politica independente e centrada na luta contra o racismo e o genocídio, na qual os negros e negras terão sua vozes para falarem de si próprios, sem mediadores ou acadêmicos bem intencionados para serem porta vozes de nossa luta; 
• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro deve ser organizada nas bases, nas comunidades, nas favelas e prisões, nos quilombos e aldeias, nas fábricas e nas ruas ,  nos terreiros de candomblé, nas casas de batuque, de xangôs, de tambor de mina, nas posses e quebradas e devem ter essas coletividades como sujeitos e não como objeto de estudo ou barganha em articulações  politicas; 
• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro repudia o uso eleitoreiro de nossa desgraça seja por qualquer partido ou grupo politico-eleitoral, pois nossas demandas não cabem nas urnas ou em projetos alheios a autonomia preta, pan-africanista e favelada;
• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro usará as cores do Panafricanismo e terá caráter internacional na luta negra;
• Fora desses princípios qualquer iniciativa não poderá ser apresentada como II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro sob pena de desafiar nosso repúdio Nacional e Internacional; 
• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro não terá qualquer vínculo partidário ou eleitoral, e quem assim o fizer estará fazendo outra coisa não a II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro 

Contra o Genocídio do Povo Negro, Nenhum Passo Atrás
Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto.

Nota da Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, organizadora da II Marcha Internacional contra o Genocídio do Povo Negro, sobre publicação da matéria “Juventude Negra organiza marcha contra as discriminações raciais”, no dia 26 de Julho de 2014, na página da ONG Geledes – Instituto da Mulher Negra, que contém reportagem da EBC.

A II Marcha Internacional Contra o Genocídio do Povo Negro está sendo gestada pela Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto em comitês independentes organizados e compostos por negras e negros de todo o Brasil com adesão de negros e negras de mais de 15 países contra o Genocídio do povo negro no Brasil. Não é uma marcha contra o “extermínio da juventude” ou contra “discriminações raciais”, mas contra o que reconhecemos como a prática genocida contra o povo negro. O temas extermínio da juventude negra e discriminações raciais são temas do governo indiferente a ação da Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto que desde 2005 vem pautando e combatendo o racismo no interior das instituições de justiça.

Nenhum conselheiro, servidor de governo ou parlamentar tem autorização para nos representar. Uma das palavras de ordem de nossa Marcha é “queremos tomar nossa voz de volta” e o governo e suas instituição não podem e não vão nos pautar. Quando acharmos que devemos nós pautaremos o governo ... “o carro não pode passar adiante dos bois!” Os governos e Estado que nos matam não podem fazer discursos sobre nós e nossas dores. Nós o faremos com autonomia e independência.

A Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto lamenta a invisibilidade quem tem sido dada as nossas iniciativas que não se pautam por qualquer barganha eleitoreira, partidária ou de símbolos governamentais que não respeitam nossa autonomia.

Nenhum representante de grupo, movimento ou conselho de estado, poderá substituir a fala de quem constrói essa marcha com autonomia e fora dos holofotes das festas dos palácios. Não fazemos uma marcha reivindicativa. Os governos fecharam seus ouvidos para nossas exigências, criando programas sem nenhuma força para parecer que há um combate efetivo de nossa desgraça. Quem tem lutado por nós somos nós mesmos, sem esse medo e essa covardia, esse silêncio e essa cooptação que tem caracterizado a conjuntura atual. Dhay Borges de fato é um valoroso militante e articulador dessa Marcha e assim ele e as mulheres que constroem essa marcha em Brasília e em todo território nacional não precisam de porta voz para falar de nossas dores.

Não buscamos audiência com a presidenta ou com qualquer governador, com prefeitos ou parlamentares que estão mais ocupados com o ano eleitoral que de quatro em quatro anos desmobiliza setores importantes do movimento, cobrando sua fatura por projetos pessoais.

Agradecemos ao Geledes pela atenção e pedimos que publique essa nota e nossa Carta de Princípios, que segue abaixo, que não deixa dúvidas sobre o significado dessa II Marcha Internacional Contra o Genocídio do Povo Negro.

II MARCHA NACIONAL CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO NEGRO
A Luta Transnacional Contra o Racismo, a Diáspora Negra Contra o Genocídio.

A Campanha Reaja ou será Morta, Reaja ou Será Morto, diante da conjuntura de brutalidade, violência, superencarceramento e morte da população negra; diante do confinamento de comunidades inteiras em campos de concentração batizados de UPPs ou Bases de Segurança; diante das remoções forçadas de famílias inteiras para o benefício do capitalismo cujos defensores são os maiores investidores nos chamados jogos internacionais (Copa e Olimpíadas); diante do Estado de exceção constituído por leis que suprimem a própria lei garantindo execuções sumárias e extrajudiciais, prisões sem fundamentos e a barbárie generalizada no espaço urbano militarizado e perigoso para nossas vidas desprotegidas de iniciativas legais, ou submetidas a iniciativas legais de nosso abate; diante de instituições que deveriam garantir a efetivação de direitos que se calam e ajoelham frente aos nossos algoze diante da nossa eliminação;. Diante da nossa execração quando mulheres são arrastadas por carros, jovens são amarrados em postes e linchados, suspeitos baleados agonizam em frente a policiais, comunidades inteiras submetidas a uma politica de controle, como se isso não bastasse para comprovar que estamos em uma guerra de genocídio racial; diante do silêncio de parte do movimento social, incluindo de negros e negras que está atrelado aos governo federal e locais que pautam os movimentos sociais com seus garotos de recado constrangidos fazendo seu trabalho em ano eleitoral, ao mesmo tempo em que os governos matam e humilham a população negra, elaborando e apresentando programas ineficazes e sem dotação orçamentaria e mandam seus mediadores e porta-vozes acalmar as vozes das ruas. Assim, diante do exposto, a Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, em diálogo com irmãos e irmãs em todo território nacional, em diálogo com irmãos e irmãs da Europa e Estados Unidos, da Colômbia e Barcelona, convoca, convida, conclama as organizações negras em particular e as organizações do movimento social, de um modo geral, a tomarem sua voz de volta e REAGIREM.


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Solidariedade >> Natal realizará Ato contra o genocídio na Palestina


Vale do Apodi >> Produção de arroz é prejudicada pela estiagem

Trabalhadores carregam os molhos de arroz para processamento – Foto Ednilto Neves
Trabalhadores carregam os molhos de arroz para processamento – Foto Ednilto Neves

Com destino, principalmente, para a Paraíba e o próprio Rio Grande do Norte, o arroz vermelho segue perdendo espaço durante este ano.

A estiagem ocasionou prejuízos à colheita de arroz vermelho, no primeiro semestre deste ano, no Vale do Apodi. Segundo o presidente da Associação dos Produtores de Arroz do Vale do Apodi (APAVA), Francisco Morais,  a seca desestimulou algumas famílias, que optaram por não realizar o plantio. Francisco diz que o número de famílias produtoras pode chegar a 150. Contudo, apenas 30 integram a Apava. Ele afirma que, devido à estiagem, os últimos quatro anos foram bastante árduos.

“Nas várzeas próximas ao Rio Apodi, onde a área é perenizada, corre água e a plantação continua. Já na parte do Rio Mari não passou água nos últimos três anos. Por isso, os lençóis freáticos não contêm água suficiente, os poços não foram abastecidos e, consequentemente, muitos produtores deixaram de plantar”, declarou. O presidente da Apava acrescentou que chega a 60 o número de famílias produtoras afetadas pela falta de água nas imediações do Rio Mari.

O Vale do Apodi produz duas safras de arroz vermelho por ano. A primeira entre os meses de janeiro e junho, e a segunda no período de julho a dezembro. O arroz leva em média quatro meses para atingir o ponto de colheita.  Segundo a Apava, em 2013, contabilizando, as duas etapas, o volume de produção alcançou 480 toneladas de arroz, resultado apontado como positivo. Contudo, a expectativa para este ano é que a primeira colheita, que está em execução, proporcione 150 toneladas, queda de 40% na comparação com médias referentes há anos anteriores – 250 toneladas.

“Muita gente vai deixar de plantar no segundo semestre deste ano, em virtude da estiagem. Lamento por essas famílias não poderem continuar com o plantio, porque elas sobrevivem do cultivo do arroz vermelho. Além disso, os animais desses produtores também estão sendo prejudicados, uma vez que os derivados do arroz integram a alimentação do gado e porcos. Muitas vezes, esses produtores buscam no plantio do feijão uma alternativa para reforçar a renda. No entanto, as tentativas se frustram, devido à desvalorização do produto no mercado”, salienta.

E os impactos da estiagem são ainda maiores. Com destino, principalmente, para a Paraíba e o próprio Rio Grande do Norte, o arroz vermelho segue perdendo espaço durante este ano. “As famílias da Apava, habitualmente, cultivam o arroz em uma área de 120 hectares de terra. Neste ano, reduzimos essa dimensão em 40 hectares”, frisa Francisco Morais.

O arroz vermelho produzido pelas 30 famílias vinculadas à Apava é negociado pela associação. Atualmente, 1 alqueire do produto é vendido por R$ 150,00. Cada alqueire corresponde a 115 quilos de arroz com casca e a 80 quilos do produto já beneficiado. Em 2013, esse mesmo volume era vendido por R$ 160,00, possibilitando que as famílias alcançassem lucro mais satisfatório. Com relação a este ano, Francisco Morais enfatizou: “O valor deste ano é razoável. O ideal, para abater as despesas e atingir uma margem de lucro superior, é R$ 170,00. Nosso objetivo é investir no beneficiamento do produto para chegar ao patamar de R$ 190,00″.

Divulgação >> Curso de Fotografia Digital


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FIFA envia carta de agradecimento ao governo brasileiro pela realização da Copa

O presidente da FIFA, Joseph Blatter, e o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, enviaram carta de agradecimento ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, pela parceria na realização da Copa do Mundo de 2014. A carta menciona o alto nível técnico dos jogos e reforça a “qualidade excepcional de organização e de hospitalidade”.

Confira a íntegra do texto:
Honorável Sr. Ministro, Querido amigo,
De volta em Zurique, queremos agradecer o seu apoio e compromisso em fazer da Copa do Mundo FIFA 2014 a Copa das Copas.
Assim foi: durante 32 dias assistimos a uma Copa extraordinária que não apenas reafirmou a paixão do país pelo futebol, mas também a sua capacidade para acolher eventos desta magnitude. Dentro do campo vivemos um futebol espetacular graças ao jogo positivo das equipes participantes, enquanto que fora experimentamos uma qualidade excepcional de organização e de hospitalidade.
A encantadora combinação entre a Copa e a possibilidade de conhecer as doze cidades-sede e a riqueza da cultura brasileira atraiu centenas de milhares de visitantes do mundo inteiro ao seu país, que junto com os estádios de ponta e a nova infraestrutura apresenta um legado duradouro e palpável para o Brasil e seu povo.
Agradecendo mais uma vez o respaldo recebido pelo governo brasileiro e por você, aguardamos ansiosamente a oportunidade de repetirmos a experiência nos Torneios Olímpicos masculinos e femininos do Rio de Janeiro em 2016.
Atenciosamente,
Joseph S. Blatter
Jérôme Valcke

Casos de Racismo >> Folha de S. Paulo é condenada por “ofensas racistas”

 racismo-mão.bmpJornal terá que pagar R$ 50 mil por troca frequente de e-mails entre funcionários com “condutas claramente discriminatórias”

O juiz Luciano Lofrano Capasciutti, da 11ª Vara do Trabalho de São Paulo, condenou a Folha de S. Paulo a indenizar um trabalhador vítima de racismo dentro da sede da empresa na Alameda Barão de Limeira, na região central da capital paulista. A decisão judicial foi publicada na última quinta-feira, 17.

A empresa de comunicação foi condenada a pagar R$ 50 mil de indenização ao ex-colaborador porque tinha ciência, de acordo com a Justiça, da troca frequente de e-mails de cunho racista entre seus funcionários, mas nada fez para impedir a prática. Na defesa, a Folha de S. Paulo alegou que o caso se tratava de uma mera “brincadeira” entre os funcionários.

Para o juiz, “em razão da elevada gravidade (ofensas racistas, que inclusive configuram crime – injúria qualificada), não poderiam ocorrer em um ambiente de trabalho e, portanto, deveriam ser duramente reprimidas e, se necessário, punidas pelo empregador”. Em sua decisão, Lofrano Capasciutti enfatizou a omissão do jornal.

“Analisando o caso concreto e as provas produzidas, conclui-se que o Reclamante [ex-funcionário da Folha que acionou a Justiça] efetivamente foi vítima de condutas claramente discriminatórias em razão de ser negro”, avaliou o juiz. “Claro está que o Reclamante foi vítima de sofrimento moral ou psíquico grave ou, ao menos, considerável, já que frequentemente era alvo de ofensas (ou ‘brincadeiras’) de péssimo gosto – e até mesmo criminosas”, reforçou o magistrado.

folha-racismoO advogado Kiyomori Mori, que representa o trabalhador na Justiça, avalia que a punição é devida porque o monitoramento de e-mail é praticamente rotina em qualquer companhia. “A empresa sempre se preocupa em fuçar o e-mail do empregado para puni-lo pelo uso indevido da ferramenta, mas quando depara com uma situação criminosa como essa nada faz”.

O juiz ficou sensivelmente irritado com as imagens dos e-mails, naquilo que classificou de “brincadeiras de péssimo gosto”, como a foto abaixo, referindo-se tratar da nova “empresa de moto-táxi” do trabalhador. Em contato com a reportagem do Comunique-se, o departamento jurídico da Folha anuncia que “está recorrendo”, pois “considera injusta” a decisão da Justiça do Trabalho.

Condenação por “pejotização” do funcionário
 
Além do ato discriminatório envolvendo a Folha de S. Paulo, foram condenadas outras quatro empresas (Expernet Telemática, Comércio e Consultoria de Informática, Worksolution Cooperativa de Trabalho dos Empreendedores em Tecnologia da Informação e Nova Dinâmica Tecnologia da Informática) que realizaram a intermediação da contratação da mão de obra do ex-empregado para trabalhar para o jornal, sem registro na carteira de trabalho. O profissional trabalhava no “helpdesk” de informática, responsável por ajudar os jornalistas com seus computadores.

Fonte: http://www.geledes.org.br/folha-de-s-paulo-e-condenada-por-ofensas-racistas/

domingo, 27 de julho de 2014

Dica cultural >> 5 coisas no centro de Natal que você precisa fazer

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Fotos: Carol Reis, Rayane Mainara, Adriano Abreu, Augusto Ratis  e Indica Natal.

Os centros das cidades sempre reservam lugares pouco conhecidos e mal divulgados, mas que merecem ser apreciados. Em Natal não é diferente e não faltam botecos, cafés e muitos prédios históricos para serem explorados na Cidade Alta.

Recentemente o bairro, junto com a Ribeira, foi tombado pelo Iphan e é considerado patrimônio brasileiro.

E nada melhor que celebrar isso com uma lista bacana de coisas para fazer, né?
Listei aqui cinco locais que merecem ser visitados. Eles são frutos das minhas andanças e experiências pessoais na Cidade Alta.

Todos ficam bem próximos e podem ser visitados num único dia, mas se você gosta de lugares simples e costuma fazer algo pelo centro é provável que eles entrem para suas atividades semanais.

1. Almoçar no Bar do Pedrinho

bar do pedrinho  catombofoto augusto ratis novo jornal  05 01 2010

Com mais de quatro décadas de funcionamento, o Bar do Pedrinho é uma referência no bairro. O cardápio da casa é rico e almoçar lá pode ser um ótimo programa. Recomendo a carne de sol com feijão verde na goma, prato ganhador da 10ª edição do Pratodomundo – o Festival Gastronômico do Beco da Lama.

A sardinha e o baião também valem a pena e o preço do prato fica entre R$ 10 e 12 reais. Como um bom boteco não faltam também cervejas e cachaças para acompanhar a refeição. Sobremesa? Recomendo a típica banana na rapadura derretida. O boteco fica na Rua Vigário Bartolomeu no fundo do Shopping Popular – Camelódromo. Abre de segunda  a sábado.

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7Arte Adriano Abreu

Especializada em filmes raros – e pirateados – o local é ideal para os amantes do cinema que andam sem verba para investir em cópias originais ou não são adeptos dos downloads. Ou, ainda, não encontram o que buscam no ‘mercado’ da cidade e querem fugir do blockbusters.

A banca fica no Shopping Popular, na Ulisses Caldas, e possui um acervo com mais centenas de títulos. Se não tiver o filme que o cliente procura, a banca também aceita encomendas. Cada DVD custa 5 reais. Até o crítico Luiz Carlos Merten, um dos mais conhecidos do país, que escreve atualmente no jornal O Estado de S. Paulo, esteve por lá e elogiou o local em seu blog.

3. Tomar um café no Grande Ponto Café São Luiz

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O Café São Luiz é o mais antigo estabelecimento do gênero em Natal. Situado na Rua Princesa Isabel, ele tem 61 anos de funcionamento e no último ano passou por uma revitalização. O espaço, apesar de pequeno, também tem uma pequena tabacaria e uma parede de exposição de quadros. Para quem não curte café, o cardápio também traz shakes, sucos, mates, tapiocas, crepes, omeletes, tortas, salgados, sanduíches e saladas. O preço é super em conta. Aberto de segunda à sexta das 7h às 19h e aos sábados das 7h às 13h.

4. Visitar a Pinacoteca

Pinacoteca

A Pinacoteca Potiguar, que funciona no Palácio Potengi, é o museu que abriga a maior parte do acervo de Artes Visuais do Estado do Rio Grande do Norte. O prédio foi sede do Governo do Estado e guarda o mobiliário original dos tempos de Palácio, além de receber diferentes exposições.

No momento, pelo menos cinco acontecem. Destaque para exposição coletiva “15 Artistas Italianos Contemporâneos no Brasil”, “Da Arte Fantástica ao Surrealismo” de H.R. Giger, Bruno Weber e Graciela Boulanger e a graciosa exposição “Zé de China, Mestre da Arte Popular e Movimento”. A entrada é gratuita e as visitações acontecem de terça a sexta das 08h às 18h e sábados das 09h às 17h. A PINA fica na Praça Sete de Setembro.

5. Curtir boa música na Quinta Viva do Samba

Quinta Viva do Samba

Para quem gosta do estilo musical o projeto é parada obrigatória. Todas as quintas, a partir das 19h, rola uma roda de samba, puxada pelo grupo Arquivo Vivo na Praça André de Albuquerque (Praça Vermelha), no Centro de Natal. O local é simbólico por ser o marco zero da cidade.

O projeto já tem público cativo que aproveita clássicos do samba que rolam por lá, de graça, e bem ali onde a nossa história começou.

Fonte: http://www.apartamento702.com.br/5-lugares-centro-de-natal-voce-precisa-conhecer/

Palavras do mestre >> O governo Lula, por Ariano Suassuna (Talvez por ele ter dito essas palavras alguns deixem de reconhecer sua genealidade)

O governo Lula, por Ariano Suassuna: "O maior avanço político no Brasil ocorreu nos oito anos do governo Lula. Você não sabe a humilhação que eu sentia pela dívida do Brasil ao FMI. Olha, o presidente brasileiro não tinha condições de escolher um ministro que não fosse aprovado pelo FMI. O FMI tinha o direito de vetar. Agora, o Brasil pagou a dívida e o FMI está devendo à gente. E Lula disse: 'Já pensou que coisa chique, o FMI está devendo ao Brasil.' Foi para o povo brasileiro recuperar a autoestima.
Lula baixou o número de pessoas que viviam na miséria. Ele baixou de 34% para 18%. Ele, Lula. E o percentual deve estar mais baixo ainda porque esses dados são do ano passado.
Eu morria de vergonha do governo Fernando Henrique. Bastava dar um chapéu de doutor para ele entregar tudo.
Eu votei no Lula em todas as vezes e não me arrependo. Escrevi, falei em comício, fiz o diabo. O que eu posso fazer eu faço. Eu não tenho poder político, nem econômico, nem nenhum outro, mas tenho uma língua afiada que só a peste, e ela está a serviço do meu país."

Dica da amiga Fabiana Agra
 
Fonte: http://www.blogdoandrefalcao.com/.../o-governo-lula-por...

O governo Lula, por Ariano Suassuna: "O maior avanço político no Brasil ocorreu nos oito anos do governo Lula. Você não sabe a humilhação que eu sentia pela dívida do Brasil ao FMI. Olha, o presidente brasileiro não tinha condições de escolher um ministro que não fosse aprovado pelo FMI. O FMI tinha o direito de vetar. Agora, o Brasil pagou a dívida e o FMI está devendo à gente. E Lula disse: 'Já pensou que coisa chique, o FMI está devendo ao Brasil.' Foi para o povo brasileiro recuperar a autoestima.
 
Lula baixou o número de pessoas que viviam na miséria. Ele baixou de 34% para 18%. Ele, Lula. E o percentual deve estar mais baixo ainda porque esses dados são do ano passado.
 
Eu morria de vergonha do governo Fernando Henrique. Bastava dar um chapéu de doutor para ele entregar tudo.
 
Eu votei no Lula em todas as vezes e não me arrependo. Escrevi, falei em comício, fiz o diabo. O que eu posso fazer eu faço. Eu não tenho poder político, nem econômico, nem nenhum outro, mas tenho uma língua afiada que só a peste, e ela está a serviço do meu país."

Luta >> Patricia Collins convoca mulheres negras a se engajarem contra o racismo

 Lições do Feminismo Negro, com a conferencista Patrícia Hill Collins, socióloga feminista americana (Valter Campanato/Agência Brasil)Por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil 

A socióloga norte-americana, feminista, professora da Universidade de Maryland, Patricia Hill Collins, convocou as mulheres negras a não se acomodarem e a se engajarem contra o racismo e a discriminação ainda presentes em diversas esferas da sociedade. "Nós que acreditamos na liberdade não podemos descansar", repetiu diversas vezes hoje (24) durante conferência no Festival Latinidades 2014: Griôs da Diáspora Negra.

A socióloga feminista norte-americana Patrícia Hill Collins durante a conferência Nós que Acreditamos na Liberdade não Podemos Descansar: Lições do Feminismo NegroValter Campanato/Agência Brasil

"Precisamos ver com que tipo de racismo, classismo e sexismo estamos lidando e como ele continua a reproduzir todo tipo de desigualdade", disse Patricia. Segundo ela, nos Estados Unidos, onde racismo era latente com a separação em guetos, a luta nos anos 1950, 1960 e 1970 foi por conquistas de direitos. "A solução parecia ser não excluir, integrar. Mas, ao fazer isso, há a impressão, quando vemos negros no poder, de que as ações foram bem-sucedidas e que essas pessoas nos representam".   

Ontem (23), também durante o festival, Patricia disse a jornalistas que ter um presidente negro no poder, Barack Obama, não resolveu a questão do racismo no país. "Eu suspeito e sei que nos Estados Unidos as pessoas acham que a situação dos negros está melhor porque temos um presidente negro. Temos imagens, temos a mídia dizendo que as coisas estão melhores, mas talvez elas não estejam", ponderou.

 Lições do Feminismo Negro (Valter Campanato/Agência Brasil)Nesta quinta-feira, diante de uma audiência majoritariamente formada por mulheres negras, a socióloga convocou as jovens a se engajarem de diversas maneiras, seja em movimentos sociais, seja academicamente ou mesmo no dia a dia, em um ativismo presente nas ações do cotidiano.

Patricia apresentou uma série de pensadoras feministas negras dos Estados Unidos, como Angela Davis, filósofa e ativista do movimento negro, presente na plateia. Em seguida, perguntou quantas jovens estavam estudando. Cerca da metade do auditório ergueu as mãos. Patricia fez então um convite a que concluam os estudos, produzam e repassem o conhecimento adquirido.

"Os movimentos brasileiros estão no centro do furacão e têm uma visão distinta do furacão global. Não podemos ser imperialistas e dizer que temos um movimento negro nos Estados Unidos que tem que ser imitado aqui. O Brasil tem movimento para inspirar os norte-americanos e que podem nos fazer lembrar o que fomos antigamente e o que podemos voltar a ser", acrescentou Patricia. 

O Festival Latinidades 2014: Griôs da Diáspora Negra vai até o dia 28 de julho, em Brasília. Na programação estão conferências, debates, feiras, saraus e shows, além de outras atividades. A programação completa pode ser acessada no site do evento, no endereço www.latinidades.com